Repórter freelancer da Vetor Comunicação / Revista Na Mochila (www.namochila.com). Também possui experiência em assessoria de imprensa.
sábado, 11 de junho de 2011
Deborah Secco está no auge... e também na décima edição da ZZZ!
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Pipoca, um bom filme e muita diversão na sétima edição da ZZZ
sábado, 12 de setembro de 2009
"Os Normais 2" é engraçado, mas primeiro filme é melhor
Hoje fui ao cinema e assisti "Os Normais 2: A noite mais maluca de todas" (veja o trailer acima). O ponto de partida é a crise enfrentada pelo casal Rui (Luiz Fernando Guimarães) e Vani (Fernanda Torres), noivos há 13 anos. Para que o relacionamento não apague de vez, ela topa realizar um sonho dele: um "ménage a trois". Então, o casal passa a noite toda indo atrás de mulheres que topem cair na cama com eles.
Não há bem uma trama, mas uma série de esquetes numa comédia de erros. A primeira tentativa é a prima de Vani, Silvinha (Drica Moraes); depois entram na lista Débora (Claudia Raia), Clara (Daniele Suzuki), uma francesa (Mayana Neiva) e por aí segue. Talvez esteja aí o principal erro do filme.
Ao contrário do primeiro longa, em que Marisa Orth e Evandro Mesquita também roubaram a cena como ex-noivos dos protagonistas, neste, os outros atores limitam-se a "participações especiais". Lembra muito as esquetes dos programas de humor da televisão, piada pura e simples. Cada ator aparece pouco, na medida em que toda a ação se desenrola em apenas uma noite; daí o título.
Embora tenha sentido falta de um envolvimento maior com a história desses personagens (eles poderiam ter sido mais aproveitados, se fossem em menor número), há momentos engraçados, principalmente durante a passagem da dupla por um hospital. Mas nada que supere o primeiro filme.
PS: SPOILER. Se você não gosta, pare por aqui. Já há alguns anos especula-se que a Globo vai produzir uma nova safra de episódios da série para TV. O boato da vez é que uma mini-temporada já estaria garantida para 2010, que começaria exatamente onde esse filme parou: Rui e Vani finalmente se casam. Resta-nos torcer para que a notícia se concretize. E também para que Alexandre Machado e Fernanda Young (os roteiristas e idealizadores da série) estejam mais inspirados. Apesar de não ser ruim, "Os Normais 2" ficou devendo. Eu, pelo menos, esperava mais. Será a "maldição" das continuações?
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Na contramão do tempo

“Se, na época em que eu era mais jovem, tivesse a experiência de hoje, teria feito muita coisa diferente”. Começo esse post perguntando ao prezado leitor: quantas vezes você já ouviu - ou, dependendo da sua idade - fez este comentário? A medida que o tempo passa, aumenta a impressão de que muitas das nossas decisões não foram acertadas e surgem os questionamentos típicos de tais reflexões: “será que não teria sido melhor se eu tivesse agido diferente?”. Eu mesmo já agi por impulso algumas vezes e me arrependi… Ah… se eu tivesse experiência (e soubesse das consequências)…
No dicionário, uma das definições de experiência é “conhecimento, aprendizado adquirido a partir da vivência de uma situação”. A partir daí, conclui-se que, experiência é uma coisa que adquirimos com o passar dos anos. Isto significa que, necessariamente, as pessoas mais velhas são mais experientes, pois viveram mais…
Agora, caro leitor, imagine-se aos 80 anos: não seria bom se, depois de ter vivenciado tantos momentos (bons e ruins), você pudesse voltar a ser jovem? Muitas pessoas responderiam positivamente a esta pergunta sem pensar (e estariam agindo por impulso mais uma vez). Se você é uma delas, talvez a sua opinião mude depois de assistir “O Curioso Caso de Benjamin Button”. Com esta dica cinematográfica, inicio esse meu blog, convidando a você leitor, para que me visite sempre que puder. Será um prazer tê-lo comigo!
Em 1918, a mãe de um bebê morre no parto e o pai, atordoado com suas feições, deixa o filho na porta de Queenie (Taraji P. Henson), dona de uma pensão para a terceira idade em Nova Orleans. A criança apresenta uma característica bastante peculiar: tem a aparência de um idoso. Ao longo do filme, descobre-se que, ao contrário das “pessoas comuns”, a personagem rejuvenesce, surpreendentemente, com o passar dos anos. Durante décadas, Benjamin (Brad Pitt) vai conhecer prazeres e dissabores da vida.
A exploração desse conflito é, certamente, o grande trunfo do filme. Ele escancara a dificuldade que a maioria das pessoas têm em conviver com aquilo que desconhecem. Ao mesmo tempo, mostra as várias tentativas de Benjamin em se adaptar aos “padrões” convencionais. Mesmo na contramão do tempo, em determinado momento, ele encontra a sua felicidade e aproveita-a a cada instante.
Não bastasse a mensagem, a película também vale pela referência aos fatos históricos, como as guerras mundias, e as belas atuações do elenco. Quando as luzes do cinema se acenderem, você certamente não será mais o mesmo. De que adianta a juventude se não podemos estar ao lado de quem amamos?

