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sexta-feira, 26 de abril de 2013

Especial: O Futuro que nos Espera









Nesta reportagem especial, resolvemos dividir com os leitores o nosso fascínio diante de algumas descobertas científicas recentemente anunciadas que, por sua vez, abrem caminho para outras conquistas.

Um cenário extremamente próspero também se deve, em grande parte, ao avanço da tecnologia. Tão rápida evolução, sinaliza, de maneira consistente, que alguns dos grandes sonhos acalentados pela humanidade estão próximos de se tornarem, ao menos, possíveis em médio prazo. Em alguns casos, inclusive, há uma data prevista para que eles se transformem em realidade: o desejo do neurocientista brasileiro Miguel Nicolélis é que uma criança paraplégica ou tetraplégica dê o pontapé inicial no jogo de abertura da Copa 2014, que acontecerá em 12 de junho daquele ano,em São Paulo.

Para alcançar este objetivo aparentemente audacioso, o neurocientista revelou – em entrevista ao programa “Fantástico”, da Rede Globo – que parte do pressuposto de que máquinas podem ser controladas apenas com a força do pensamento. Com o auxílio de sua equipe na Universidade de Duke, ele desenvolveu o protótipo de um exoesqueleto, que o usuário deverá vestir. Por meio de sensores, batizados de eletrodos, que penetram cerca de três a cinco centímetros no cérebro, o paciente irá comandar os movimentos da roupa-robô.

Tais informações serão enviadas para um chip – semelhante ao de um telefone celular – implantado no crânio. Em seguida, entram em ação mais chips, também embutidos, com uma função primordial: transformar os sinais cerebrais em ordens para o chamado exoesqueleto. Tais comandos serão transmitidos a uma antena, presa à cintura do usuário. Fanático pelo esporte, Miguel enfatiza que, embora esta seja apenas uma demonstração – mesmo que a experiência seja feita com sucesso, é apenas uma das fases da pesquisa – a data foi escolhida propositalmente, para chamar a atenção do mundo.

Ao projeto “Walk Again” – cuja tradução equivale a “andar de novo” – somam-se outros avanços igualmente significativos, que mais do que elevar nosso otimismo, reforçam a certeza de que este é apenas o início de um período marcado por grandes transformações, diretamente atreladas ao desenvolvimento tecnológico. No site da revista (se preferir, baixe o arquivo em pdf), descubra o que o futuro nos reserva em diferentes áreas do conhecimento, a partir da análise de renomados especialistas, que prontamente atenderam ao convite de Revista Regional.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Revista Regional faz 7 anos de olho nos avanços da tecnologia







Arte: Murilo Gagliardi


Na ficção, o futuro dos seres humanos e a sua interação com a tecnologia já foram retratados de diversas maneiras. Dos carros voadores que transportavam os personagens do desenho “Os Jetsons”, ao teletransporte, utilizado pelos tripulantes das naves estelares de “Jornada nas Estrelas”; passando pelos robôs autômatos de “Eu, Robô”, sem esquecer-se de mencionar a realidade virtual e a inteligência artificial presentes na trilogia “Matrix”, até chegar aos humanóides de “Avatar”. 


 

É verdade que parte das situações apresentadas ainda não é realidade, mas, por outro lado, a tecnologia está cada vez mais presente em nossas atividades do dia a dia, não raras vezes de forma quase imperceptível; embutida em inúmeros produtos e serviços utilizados por bilhões de pessoas ao redor do planeta e também nos objetos que carregamos em nossos próprios bolsos, tais como o celular, os cartões de crédito e até o nosso próprio dinheiro: apresentada em fevereiro pelo Banco Central, a segunda família de cédulas do Real entrará em circulação gradativamente até 2012.




As novas cédulas atenderão a uma demanda dos deficientes visuais – que, até então, enfrentavam dificuldade em reconhecer os valores das notas – e terão tamanhos diferenciados e marcas táteis em relevo aprimoradas em relação às atuais, para facilitar sua identificação. Dotadas de recursos gráficos mais sofisticados, as notas ganharão um novo design e ficarão mais protegidas. Ainda nesse semestre, serão lançadas as de maior valor, de R$ 50 e R$ 100, que demandam mais segurança contra falsificações.

Nota-se, portanto, que este é um caminho irreversível e, embora o acesso a algumas das várias inovações tenha um custo relativamente alto – o que dificulta a popularização – vem se intensificando as iniciativas em prol da chamada inclusão digital.

Em seu sétimo aniversário,
Revista Regional analisa o impacto da tecnologia na vida das pessoas e antecipa os produtos e serviços que serão a bola da vez nos próximos anos, destacando, especialmente, a tecnologia assistiva.

O conceito de tecnologia assistiva, embora recente, é utilizado para designar todo o arsenal de recursos que contribuem para amenizar as limitações e melhorar a qualidade de vida do portador de deficiência – e também de idosos – ampliando sua acessibilidade e capacidade de comunicação, mobilidade e aprendizagem. Com isso, busca-se um comportamento autônomo e independente.
 
Nessa grande reportagem especial - cuja íntegra pode ser acessada via Rapidshare ou Scribd - também falamos do mercado de automação residencial, além é claro da internet. Por fim, algumas perguntas ficam no ar: "Será que as pessoas estão se tornando reféns da tecnologia?", "até aonde iremos chegar?". Em meio a tantos questionamentos, só há uma certeza: o futuro já começou!

PS: A edição está mais do que especial e traz muitas outras surpresas. Recomendo!


PS 2: ATUALIZAÇÃO -  Um dos meus entrevistados, Murilo Gagliardi, publicou, em sua coluna "Tecnologia em Cena", no portal Itu.com.br, a íntegra das perguntas e respostas que deram origem ao texto final. É só clicar aqui.
 

domingo, 30 de agosto de 2009

Tecnologia para deficientes

Uma feira, no Rio de Janeiro, apresentou na semana passada novidades que podem facilitar a vida de quem tem deficiência física e mora numa cidade grande. Dentre os destaques estão um mouse eletrônico, que permite a uma pessoa que não tem o movimento dos braços utilizar um computador.

O equipamento é controlado por condutores de energia, presos ao rosto, que detectam os movimentos do olho (para cima, para baixo ou para os lados) e recebe os sinais captados, clicando automaticamente nas letras que se deseja digitar.

Os portadores de deficiência visual já podem se sentir mais confiantes para caminharem sozinhos. Já existe uma bengala eletrônica que, através de sensores, reconhece obstáculos a uma distância de até quatro metros.

Já os cadeirantes tem a sua disposição uma nova forma de mobilidade, sobre três rodas. É um triciclo motorizado, em que a cadeira de rodas é o próprio assento do piloto, e se encaixa num dispositivo, onde fica presa. No mais parece motocicleta. A invenção já foi aprovada pelo Inmetro e pelo Detran.

SOBRE A FEIRA

A 1ª Feira Muito Especial de Tecnologia Assistiva e Inclusão Social das Pessoas com Deficiência do Rio de Janeiro é uma realização do Instituto Muito Especial com o apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia e aconteceu na semana passada, na capital fluminense. Dentre os seus principais objetivos estavam:


• Exibir pesquisas e protótipos das inovações;
• Disseminar a importância do estimulo à pesquisa e desenvolvimento de Tecnologia Assistiva no Brasil;
• Difundir o conceito da Tecnologia Assistiva para pessoas com deficiência;
• Viabilizar o intercâmbio de conhecimentos e experiências entre pesquisadores;
• Divulgar e promover as tecnologias de serviços e produtos já expostos no país;
• Difundir experiências inovadoras, como um instrumento facilitador no processo de inclusão social e profissional das pessoas com deficiência.

Com informações do site do Jornal Nacional, no Portal G1.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

O sagrado direito à privacidade

Sem dúvida nenhuma, a internet é uma das mais importantes invenções de todos os tempos. Certamente, eu gastaria tempo considerável aqui se resolvesse listar os benefícios e confortos advindos da nova tecnologia. Fronteiras físicas foram abolidas, aproximando pessoas com interesses em comum, independente de onde se esteja.
O veículo é também uma importante ferramenta de comunicação, trazendo aos seus usuários informações "em tempo real". Isso sem falar na febre dos comunicadores instantâneos (msn) e redes sociais (orkut). A mais nova febre atende pelo nome de twitter, uma espécie de micro-blog que caiu no gosto de pessoas - inclusive os artistas - e empresas.
Com isso, parece óbvio dizer que as pessoas estão cada vez mais superexpostas. Seja por uma conversa via msn, ou chat, o acesso a intimidade nossa de cada dia está mais fácil. Aí que mora o perigo. Se você é famoso, deve redobrar os cuidados: por dinheiro, algumas pessoas usam de técnicas pouco éticas para capturar artistas em momentos íntimos. A partir daí, tem início um leilão da sua privacidade
O fato é que, mesmo sendo uma atitude condenável, os olhos da sociedade se voltarão para quem foi "pego" e não para quem arquitetou a estratégia. Com isso, fica evidente uma inversão de valores. Quando o assunto é legislação, a internet ainda engatinha, mas uma coisa é certa: é preciso mudar!

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