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sexta-feira, 12 de março de 2010

Sheila Mello e Jota Quest estão entre os destaques da quarta edição da Revista ZZZ


Foto: Marcus Alberti



Ela chegou ao estrelato quando substituiu Carla Perez no grupo “É o Tchan”. Eleita por votação popular, essa leonina nascida em 23 de julho de 1978, permaneceu no grupo por cinco anos e meio. Algum tempo depois que saiu da banda, ela descobriu uma nova paixão – os palcos – e buscou na profissionalização um meio de não deixar seu trabalho tão vulnerável às críticas, que ela garante saber diferenciar.

Cinco anos e dez peças depois de sua estreia no teatro, a atriz faz questão de complementar que também é dançarina. Mais do que isso, deixa claro que tem orgulho de sua história e também de não ter perdido seus valores. No seu mundo cor-de-rosa, Sheila sonha em, daqui a algum tempo, fazer algo que alie as duas atividades que mais ama: dançar e atuar.

Agora contratada da Rede Record, ela foi uma das participantes do Reality “A Fazenda 2”. Depois de recusar o convite para participar do programa na primeira temporada, Sheila – que dizia ter receio de expor sua fragilidade – resolveu enfrentar seu medo. E, pelas revelações que ela fez nessa entrevista exclusiva à ZZZ, parece que essa foi uma decisão acertada. A dançarina conta que essa experiência dilatou todos os seus sentimentos e, com isso, ela conseguiu distinguir o que realmente importa na vida daquilo que é secundário.

Porém, engana-se quem pensa que este foi o único aprendizado de Sheila na casa. Durante a conversa, ela revela como conseguiu superar seu medo de galinhas – que até então lhe pareciam seres extraterrestres – e como as aves se tornaram suas melhores amigas. 
Mas tudo isso é só um aperitivo. Sempre simpática, Sheila aceitou compartilhar conosco um pouco do seu mosaico de lembranças e conversou comigo por telefone, no final de janeiro. A íntegra do bate-papo você confere acessando minha conta no 4shared ou no Scribd.

A edição de fevereiro da ZZZ traz ainda a cobertura completa do carnaval na região e também nos grandes centros, além de destacar a recente passagem de celebridades internacionais pelo Brasil, como Beyoncé e Madonna. 

Para fechar, a gente conta como foi o processo de gravação do CD em espanhol do Jota Quest no estúdio El Pié, na Argentina. Conforme o próprio Flausino antecipou em entrevista publicada na primeira edição da ZZZ, o projeto irá mesclar canções de “La Plata” – o trabalho mais recente – com os principais sucessos da banda. 
No repertório, já estão confirmadas versões de: Só hoje (Solo Hoy); Amor Maior (Amor Mayor), Dias Melhores (Dias Mejores), Seis e Trinta (Alguien para mi soledad), Vem Andar Comigo (Ven a Andar Comigo), entre outras.

O vocalista conta ainda que os refrões originais de algumas faixas serão mantidos , como por exemplo, Na Moral e Encontrar Alguém, já que não é possível vertê-los para o idioma. Embora, até o momento, as informações indiquem que o álbum não será lançado oficialmente por aqui, os fãs brasileiros não têm do que se queixar: em algumas de suas recentes apresentações, a banda tem presenteado o público executando trechos de algumas músicas em espanhol.

Com produção de Mario Breuer (que já trabalhou com Charly Garcia, Ruido Branco, El Matador e outros) e arranjos de corda de Carlos Villavicencio (Fito Paez, Los Pericos, Charly Garcia e outros), o CD deve chegar ao mercado latino – mais especificamente no cone Sul (Argentina, Uruguai e Chile) – ainda nesse semestre.
Então é isso! Tem muito zunzunzum e muitos outros posts vindo por aí...

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

O zun zum zum do Flausino



Há alguns dias, dividi com os leitores deste espaço a minha alegria por entrevistar o vocalista do Jota Quest, Rogério Flausino. Naquela ocasião, revelei algumas curiosidades e os bastidores do encontro. Hoje, por sua vez, chegou a hora de mostrar o resultado do nosso papo: Rogério fala do lançamento do CD em espanhol, dos diferenciais do "La Plata" - que é, por autodefinição, o trabalho mais ousado da banda - e também sobre as novas plataformas de comunicação, entre outros assuntos.
A matéria foi publicada na primeira edição da revista Zun Zun Zum, que circula nas cidades de Salto, Itu e Indaiatuba (SP). A publicação é voltada a personalidades, vida social e famosos e é a primeira deste segmento na região.
Até então, este nicho de mercado era ocupado apenas por veículos nacionais como Caras, Quem, Contigo!, Vogue RG e IstoÉ Gente.
Se os leitores me permitem uma opinião sincera, a qualidade visual e de conteúdo desta edição impressiona e se equipara à das publicações já citadas, fiquei com um PUTA ORGULHO de ter participado deste primeiro número. Não posso prever o futuro, mas é provável que este seja apenas o início de uma "brilhante parceria", fazendo alusão ao editorial publicado.
Dito isto tudo, vamos ao principal: para ver a íntegra da entrevista com o Flausino, clique aqui para baixar o arquivo. Desde já, deixo claro que as opiniões e comentários - mesmo os desfavoráveis, se houverem - sobre esta matéria serão muito bem vindos. Aproveito, mais uma vez, para agradecer a todos que, direta ou indiretamente, contribuiram - e torceram - para que este sonho se tornasse realidade.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Vai dizer que o tempo não parou, naquele momento...




Minha semana começou de forma absolutamente mágica. Sete dias antes, eu descobrira que depois de dois anos (quase) exatos o Jota Quest estaria de volta em Sorocaba, desta vez com a turnê "La Plata". A partir daí, tinha início um "ritual", que sempre pratico quando decido frequentar eventos deste porte: descobrir os contatos da organização para verificar se as condições de segurança e acessibilidad
e "permitem" que um cadeirante consiga se divertir, sem enfrentar algum tipo de problema.
Havia também outro item do qual eu não poderia me esquecer: conseguir uma carona. Por último, eu vi despertar uma vontade que já estava algum tempo adormecida: entrevistar o Rogério Flausino. Se o esclarecimento se faz necessário, devo dizer que já há algum tempo acompanho - e admiro - a trajetória da banda. A conversa com o vocalista era, antes de tudo, um projeto pessoal, que eu vinha tentando - sem muito sucesso - há pelo menos dois anos.

Eis um resumo rápido da semana pré-show: as primeiras pessoas a me oferecerem carona tiveram um pequeno contratempo e não puderam ir. Consegui os contatos da empresa que ofereceu o show e mandei um e-mail solicitando minha credencial de imprensa. A resposta não vinha.
Mas, já na sexta-feira, a situação começa a melhorar. Sem que eu precisasse fazer muito esforço, os problemas se dissolveram. A liberação da credencial foi conquistada com apenas um telefonema. Na noite de sábado, eu tinha outras duas ofertas de carona. Optei por ir com a pessoa com quem havia me comprometido primeiro. Começava aí um domingo mágico...
Posso afirm
ar que ganhei vários presentes antecipados neste 2/08/2009. O primeiro foi finalmente poder conhecer "em carne e osso", "tete a tete", "cara a cara" a Michelle - uma amiga virtual tão ou mais "jotamaníaca" do que eu. Informo a vocês que ela já foi em apenas 36 shows da banda (e eu todo feliz porque era o meu sexto, risos). Também devo destacar quão gente boa é o marido dela, o Ramiro - que ela gentilmente "me emprestou" para fazer companhia na área vip, sem esquecer da irmã e da amiga bacana.
Somam-se à boa companhia, a beleza do PARQUE DAS ÁGUAS (embora eu seja natural de Sorocaba, eu não conhecia o local) e a completa infraestrutura disponibilizada pelo Poder Público e Telefônica. Deixo aqui meus parabéns a toda organização do evento.
Chegamos cedo: o início do show estava marcado para às 17h, mas três horas antes já estávamos lá. Com isso, ganhamos outro presente: pudemos acompanhar, junto com outras pessoas que lá estavam, a passagem de som (ensaio) para o show. Descobrimos, em primeira mão, as canções que seriam interpretadas em duetos. Foi, praticamente, um show extra.
A grande hora se aproximava e fomos eu e Ramiro para a área vip. A medida que o tempo passava, mais e mais pessoas chegavam. É impossível descrever os momentos que se seguiram. Além dos sucessos do Jota, o público foi presenteado com o talento de Toni Garrido e Ana Cañas, interpretando canções próprias e de outros grandes nomes da nossa música. Foi um espetáculo marcado pela tranquilidade.
Quando as luzes se apagaram, só me restava esperar pela coletiva. Fomos para a porta do camarim, onde descobrimos que a imprensa seria atendida em pequenos grupos. Talvez eu nem tivesse sido recebido (esses momentos pós-show são um tanto burocráticos), não fosse a intercessão do Toni Garrido (valeu demais cara!).
Assim que ele deixou a sala de entrevistas, Ramiro perguntou se ele podia tirar uma foto comigo, pedido este que foi quase prontamente atendido: bem-humorado, ele perguntou se eu podia ser um cavalheiro e esperar ele fotografar primeiro com duas meninas que também estavam esperando.
Logo depois, ele veio ao meu encontro e eu aproveitei a oportunidade para dizer que era jornalista. Perguntei a ele se podia entrevistá-lo ali mesmo, uma vez que eu já estava aguardando há um tempo. Assim que terminou de responder as perguntas, ele pediu que eu fosse recebido. Assumiu a direção da minha cadeira, abriu passagem e me levou até a sala onde estavam Rogério e Ana Cañas.
Lá dentro, encontrei um Flausino simpaticíssimo e totalmente descontraído. Ele me pede um minuto para pegar uma cadeira e senta-se ao meu lado. Quebrando o protocolo - a informação de bastidor era que cada veículo poderia fazer apenas duas perguntas - começamos a conversar sobre diversos assuntos, como o CD em espanhol e as expectativas para o Prêmio Multishow. Passaram-se alguns minutos, que para mim pareceram horas, até que alguém sinalizou que eu não tinha mais tempo. Rogério, muito educado, ainda pediu desculpas pela correria.
Só então me dei conta do que havia acabado de acontecer. Embora mais pessoas estivessem naquele local, a sensação que eu tinha era a de que estávamos só eu e ele, apenas. Rogério, certamente, deve estar acostumado a atender muitas pessoas depois dos shows - e ele faz isso com extrema desenvoltura - mas ele não tem noção do que aqueles minutos significaram para esse "jorfãlista" que vos escreve. Com toda certeza, o tempo parou naquele momento.

PS 1: Para ler a entrevista, clique aqui.

PS 2: Estava eu escrevendo este post, quando descobri que esse show foi muito marcante também para o Flausino. Ele postou uma mensagem supercarinhosa no blog oficial da banda, agradecendo o público sorocabano. Nós é quem temos que agradecer pelos momentos mágicos. Deste 2 de agosto, ficam na memória momentos únicos. Mas, como a vida tem que continuar, resta-me esperar pelo próximo show (e pelo próximo papo), que, se Deus quiser, acontecerá muito em breve.


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