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segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Revista Na Mochila - Escolas do Bem


Capa: Claudia Silva


No final do ano passado, comecei uma nova parceria profissional. Com muito orgulho, passo a colaborar com as publicações da Editora Vetor. E a minha estreia não poderia ter sido melhor, na edição especial "Escolas do Bem", que destacou o trabalho realizado pelas escolas parceiras do projeto NA MOCHILA nas cidades de Sorocaba e Votorantim. “A instituição de ensino que se engaja nessa iniciativa  possui uma preocupação com a família como um todo, se dedica a enviar aos pais informações que ajudam a melhorar a qualidade de vida não somente da criança, mas de todos”, afirma Lucy De Miguel, coordenadora do projeto. Por isso, o apoio das escolas ao projeto é de fundamental importância para o desenvolvimento da sociedade, ainda que em uma escala regional. 


Trata-se de uma edição que buscou fornecer aos pais aos pais informações completas sobre a estrutura do colégio, a metodologia de ensino e, o mais importante, sua filosofia. Destaca-se, ainda, o padrão de qualidade dos veículos produzidos pela Vetor Comunicação, com um cuidado jornalístico e editorial próprios da editora. Para folhear a edição on line, clique AQUI ou, se preferir faça o download da versão em pdf.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Claudia Raia, Pato Fu e muito mais na última ZZZ de 2010

Nesse post resumo, apresento os principais destaques da oitava edição da Revista ZZZ.

Claudia Raia




Foto: TV Globo/Blenda Gomes



Que Jaqueline Maldonado é mais um dos tipos memoráveis já interpretados por Claudia Raia, ninguém duvida. Deliciosamente doida, altamente surtada e excessivamente extravagante, a personagem caiu nas graças dos telespectadores com suas tiradas divertidas – e quase nunca politicamente corretas – ditas sem qualquer pudor. Numa reportagem especial, ZZZ revisita a carreira dessa campineira, neta de uma dançarina e filha de uma professora de balé clássico, que embora tenha facilidade para fazer rir, já provou que também se sai bem em papéis mais densos. Para saber mais sobre a trajetória da atriz, basta clicar AQUI.

Pato Fu



Foto: Nino Andrés


Fernanda Takai, vocalista do Pato Fu, concedeu uma entrevista à ZZZ para falar de “Música de Brinquedo”, décimo trabalho da banda, no qual grandes clássicos da música ganharam uma releitura. Para isso, guitarras, baterias e demais aparatos tecnológicos foram deixados de lado. Em contrapartida, foram utilizados um piano em miniatura, um glockenspiel de latão, um kazoo de plástico, um tecladinho-calculadora ou qualquer outro brinquedo – seja de madeira, pelúcia ou eletrônico – do qual fosse possível extrair som com alguma eficiência. Ficou curioso? Clique AQUI para saber mais detalhes.



Novelas: uma paixão nacional



Foto: TV Globo



Em 60 anos de televisão no Brasil, a televisão firmou-se como um importante e poderoso instrumento de representação da população. A novela é o gênero que mais retrata isso. Motivada pelo sucesso da reprise de "Vale Tudo" na TV paga, ZZZ traz um especial com as principais curiosidades dos folhetins e depoimentos de especialistas do gênero, cuja íntegra está disponível AQUI. Falando ainda sobre novelas, a edição traz uma entrevista exclusiva com Maria Adelaide Amaral, feita pelo jornalista Renato Lima. A autora fala sobre o remake de "Ti-ti-ti", que se tornou um grande sucesso de crítica e público.


Para encerrar, uma novidade. Dentro de poucos dias, a ZZZ estreia o seu SITE OFICIAL. Aguardem!

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Artigo publicado no portal Itu.com.br





Olá pessoal,




Nesta quinta-feira foi publicado um artigo meu no portal Itu.com.br . Embora já tenha escrito sobre o assunto outras vezes, inclusive aqui NESTE BLOG, optei por retomar a discussão sobre os reais entraves para a empregabilidade da pessoa com deficiência, pois apesar das constantes discussões sobre o tema, ainda são muitos os desafios a serem enfrentados.
Para acessar a íntegra do texto, clique AQUI. Nos próximos dias, posto os destaques da oitava edição da Revista Zunzunzum. Até lá!

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Vontade de abraçar o mundo




Tempos atrás, numa conversa que tive com minha amiga Fabiana Yoko, ela me aconselhou: “você precisa parar de querer abraçar o mundo”. As palavras da japinha – como sempre extremamente calma e sensata em seus conselhos – me fizeram refletir. A partir de então, pude perceber que ela estava certa: a minha vontade é agarrar todas as oportunidades que aparecem em meu caminho.
Quem me conhece um pouco sabe que “me encontrei” escrevendo para revistas. Não tenho como negar que este veículo exerce um fascínio muito grande sobre mim, por vários motivos: em primeiro lugar, a possibilidade de aprofundamento dos temas, que podem ser trabalhados com mais tempo quando comparados ao jornal diário, por exemplo.
Outro aspecto que me chama a atenção: eu adoro conhecer novas pessoas; graças às várias reportagens que já escrevi, tive a chance e o prazer de contar a história de muita gente bacana. O melhor de tudo é que eu posso dizer que algumas dessas minhas fontes transformaram-se em bons amigos, com os quais mantenho contato continuamente. Para minha sorte, essa lista, que é razoavelmente grande, cresce a cada novo texto.
Por outro lado, a diversidade de temas a serem explorados faz com que eu conheça um pouco de diversos assuntos, com isso, estou sempre aprendendo algo novo. E isso me faz uma pessoa melhor, que, sem falsa modéstia, sabe de sua capacidade, mas em contrapartida, reconhece as suas limitações, que não são poucas. Talvez por isso eu acredite que “meu melhor trabalho é sempre o próximo”.
Depois de tantos motivos pelos quais eu me identifico com revistas, vale ressaltar que meu trabalho na área de assessoria de imprensa faz com que eu fique mais próximo do universo corporativo: se na Regional e ZZZ eu lido predominantemente com cotidiano, comportamento e cultura, a proximidade com o universo empresarial exercite outra linguagem, para outro tipo de público que pede outra abordagem,
Quase perto de me despedir, devo confessar que um de meus maiores receios profissionais é ficar estigmatizado como “o cara que sabe fazer uma coisa só”. O fato é que sou movido a novos desafios. Não sei se isso pode ser encarado como indecisão, falta de maturidade ou até mesmo um idealismo profissional, mas a verdade é que sim, eu tenho vontade de abraçar o mundo!

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Nossos fiéis cãopanheiros...




Grandes, pequenos, dóceis, temperamentais, obedientes, trapalhões, com pedigree, vira-latas, sociáveis ou possessivos. São vários os adjetivos utilizados para descrever os cães e, embora alguns deles denotem comportamentos que precisam ser melhorados, uma característica do animal costuma se sobressair perante todas as demais: o amor incondicional aos seres humanos. Não se trata apenas de subserviência ao seu “dono” – aliás, analisar essa relação apenas sob esse prisma, além de simplista, parece ser um grande equívoco – mas de uma fidelidade extrema, que só pode ser traduzida por aqueles que já vivenciaram essa situação.
É nisso que acreditam todas as pessoas ouvidas com quem eu conversei para escrever a reportagem especial publicada na edição de setembro de REVISTA REGIONAL. Desse grupo, fazem parte a terapeuta floral de animais – cujo trabalho consiste em harmonizar as emoções e o comportamento dos bichos, por meio da administração de essências – radialista e apresentadora do programa “Animania”, Ana Koury, e a jornalista Fabiana Yoko, que são verdadeiramente apaixonadas por cães.
Mas os benefícios da presença de um animal de estimação em casa não se restringem às alegrias que o pet proporciona a toda família. Esta convivência também pode ser decisiva para a prevenção e tratamento de inúmeras doenças, independente da idade. O contato com o cão melhora a imunidade em crianças e adultos, reduz dos níveis de estresse e a incidência de doenças comuns, como dor de cabeça ou resfriado.
Partindo desse referencial, fica mais fácil compreender os objetivos da chamada “cãoterapia”, praticada no Brasil há cerca de uma década. Na capital, uma das iniciativas mais bem sucedidas nessa direção é o projeto “Joe, o Amicão e Cãopanheiros” – idealizado pelas irmãs Ângela Borges e Luci Lafusa – que atualmente é parceiro de nove instituições (entre elas o Grupo de Apoio ao Adolescente e Criança com Câncer (GRAACC) e o Hospital São Paulo) e tem como grande estrela um golden retriever “muito lindo”, chamado Joe Spencer W. Gold (FOTO)
Também merece ser citada a atuação do Instituto para Atividade, Terapia e Educação Assistida por Animais de Campinas (ATEAC). A ideia nasceu depois que a bióloga Sílvia Ribeiro Jansen percebeu que a autoestima e a capacidade de socialização do filho Daniel – portador da Síndrome de Asperger (espécie de autismo que não afeta o desenvolvimento intelectual) – melhoraram após a chegada do filhote de labrador, Luana. Atualmente, 54 cães de diferentes raças integram o projeto.
Por fim, destacamos a cumplicidade da atriz e jornalista Danieli Haloten – que perdeu totalmente a visão aos 20 anos e ficou conhecida do grande público participou da novela “Caras & Bocas” – com o seu cão-guia, Higgans. A relação dos dois está baseada numa troca de carinho e cuidado e, mesmo sendo de espécies diferentes, eles se entendem muito bem.


Nesse post, resumi os principais ganchos da reportagem. Para ler a íntegra do texto, clique AQUI.

Mais

Terapia de Animais 
Ana Koury

Projeto “Joe, o Amicão e Cãopanheiros”
Ângela Borges (11) 9674-0429
Luci Lafusa (11) 9517-6159

Instituto para Atividade, Terapia e Educação Assistida por Animais de Campinas (ATEAC)

Danieli Haloten

quarta-feira, 7 de abril de 2010

O orgulho de ser jornalista... e os desafios também!




Olá meus caros, tudo bem? A minha ideia, ao escrever esse post, é homenagear a todos os meus colegas jornalistas, pois, neste 7 de abril, é comemorado o nosso dia. É bem verdade que houve uma desvalorização do ofício desde que os ministros do STF derrubaram a exigência do diploma, mas, mesmo com essa decisão sem fundamento e as dificuldades do dia a dia, minha paixão por essa arte continua a mesma.

Sim, jornalismo é arte. A arte de contar histórias. Algumas boas, outras, infelizmente, nem tanto, pois esse é o nosso propósito: enquanto imprensa, devemos retratar, da maneira mais ISENTA possível, a realidade na qual estamos inseridos, com todas as suas nuances.
Graças a minha profissão, torno-me a cada dia, um ser humano mais plural. Acabo conhecendo de tudo um pouco e, parodoxalmente , nada, pois minha rotina me lembra que sempre tenho algo novo a aprender.

Nessa minha trajetória, cruzei o caminho de pessoas muito especiais, é sempre bom conversar com pessoas que tem algo dizer e poder retratar suas histórias: da rotina de um mochileiro, passando pela preocupação das indústrias com o meio ambiente, o artista que está despontando para o sucesso e, finalmente, o impacto da tecnologia na vida das pessoas.

É muito bacana saber que posso, com o meu trabalho, ajudar na divulgação de bons projetos, como o "Praia para todos" ou a iniciativa da Kica de Castro. Já realizei alguns sonhos também, afinal de contas, todo mundo tem os seus. Querendo ou não, a profissão me abre algumas portas.

Por outro lado, são muitos os desafios: contar essas histórias, é, quase sempre, uma responsabilidade gigantesca. Por essa simples razão, acredito que a formação universitária é importante SIM. Não cabe, pelo menos ao bom jornalista, sair escrevendo o que bem entende em nome de um furo. Ou então, tirar uma frase do contexto para conseguir a matéria de capa. 

É, na verdade, um misto de técnica, emoção e até mesmo subjetividade - condenada por alguns, porém usada por todos  - uma  vez que eu não acredito que o jornalista consegue se desvincular dos seus valores quando vai escrever um texto. O grande segredo está em saber dosar tudo isso.

É difícil se sobressair num mercado tão voraz, que está saturado. Ainda mais quando se é freelancer, como no meu caso. Encaro cada trabalho como uma oportunidade única, como um novo contrato. A primeira dica é responsabilidade. Acima de qualquer coisa, respeite seu deadline (para os leigos, prazo de entrega). Ao mesmo tempo, busque inovar e imprimir o seu toque pessoal sempre, principalmente nas pautas mais comuns, batidas...

Para fechar, um último conselho: faça com amor. Dessa forma, o reconhecimento e a credibilidade serão apenas consequências. Como diz o slogan de uma famosa rede de fast food, "AMO MUITO TUDO ISSO!"

Para fechar, a oração do jornalista (autoria desconhecida):

"Deus não deixe eu chegar atrasado à redação.
Que eu possa Senhor cumprir minha pauta,  conseguindo informações corretas e úteis, sem aparecer mais que o entrevistado.
Que eu consiga uma boa fotografia.
Que a câmera filmadora não falhe e o motorista esteja disponível.
Senhor, tomara que a internet não saia do ar e que o meu editor não esteja de mau-humor.

Peço-lhe Senhor, muita paz e tranqüilidade durante a entrevista e discernimento para fazer a matéria justa e bem elaborada.
Que o tempo seja suficiente para cumprir a outra pauta que me aguarda, logo em seguida,
do outro lado da cidade. 
E que o meu trabalho contribua para diminuir a desigualdade social, e ajude a melhorar a qualidade de vida do planeta.
Que eu entregue tudo a tempo e não sofra nenhuma agressão. 
Ou pior, seja alvo de uma bala perdida, virando notícia.

Que a matéria seja simples sem ser simplista.
Que não seja prolixa e sim criativa.
Que eu não cometa nenhum erro de português, Senhor, para não ser massacrado pelos colegas.
Principalmente Senhor, que eu não caia no pescoção...
que possa pagar minhas contas com esse salário e que nenhum jabá
me seduza.
E, finalmente, meu Deus, me ajude para que eu possa entregar tudo revisado e no prazo do dead line. Assim seja!"

Até a próxima!!





sexta-feira, 26 de junho de 2009

Desabafo de um jornalista cadeirante



Meu nome é Piero Vergílio, 25 anos, jornalista, residente em Sorocaba/SP, CADEIRANTE.
Perdoem-me, mas esta mensagem é um desabafo e, desde já, deixo claro que meu objetivo passa longe de despertar a compaixão e a piedade de vocês. Nunca, em nenhum outro momento, se falou tanto em inclusão dos portadores de necessidades especiais: quem não acompanha a questão de perto, vê as campanhas do poder público, os discursos do empresariado, as leis de cotas, pode até ter a impressão de que ela acontece de que a inserção dos portadores no mercado de trabalho é uma realidade.
Todavia, na prática, a história não funciona bem assim. Desde 2005, ano em que conclui o curso superior de Jornalismo, tenho batalhado, incansavelmente, por uma vaga no mercado. Sem querer parecer pretencioso, sei da qualidade do meu trabalho e do meu potencial. As pessoas para as quais já trabalhei podem confirmar isso. Apesar disso, essa não é uma batalha fácil: o meu empenho, neste período, me rendeu boas oportunidades (todas freelas, sem vínculo empregatício), que, graças a Deus, aparecem com relativa constância, mas ainda estão longe de me garantir estabilidade necessária para que eu possa me sustentar com os meus ganhos. Em resumo: ainda não consigo viver da profissão que escolhi.
Faço aqui uma ressalva para agradecer, coletivamente, a todas as pessoas que já me ajudaram e demonstraram confiança no meu trabalho. Sou imensamente grato a todos que já me estenderam a mão (não há a necessidade de citar nomes, pois vocês sabem do meu carinho). Agradeço a todos que tiveram a grandeza de ler esta mensagem até o fim.



UPDATE DEZ/2011: Esse texto foi escrito, originalmente, em 2009. Como ele permanece entre os posts mais acessados deste blog, faz-se necessária uma atualização. Desde então, muita coisa boa aconteceu. Conquistei meu espaço na REVISTA REGIONAL e também na REVISTA ZUNZUNZUM (ZZZ), concomitantemente a atuação na área de assessoria de imprensa. Como disse Renato Russo certa vez, "quem acredita sempre alcança". Hoje vejo que ele tem razão.

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