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terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Xuxa na Revista Regional


Crédito: Blad Meneghel / Divulgação

Diz o ditado popular que, quem foi rei, nunca perde a majestade. Quem foi Rainha, também não. Como diz a letra da canção, a gaúcha Maria da Graça Xuxa Meneghel marcou um X no coração de milhões de fãs – especialmente daqueles que a acompanham desde o seu “Xou”– e, mesmo após quase trinta anos de carreira, ainda provoca um tumulto considerável por onde passa.

Com uma trajetória tão longeva, é natural que a apresentadora tenha enfrentado altos e baixos. Mas as conquistas são infinitamente mais significativas do que os percalços do caminho. No auge de seu sucesso, Xuxa tornou-se um fenômeno internacional, arrebatando uma legião de fãs em outros países da América e Europa, tais como Argentina, Chile e Espanha.

Longe da TV aberta desde janeiro, por conta de uma sesamoidite – inflamação no osso do pé, que a obriga a fazer uso de uma bota ortopédica – a loira aproveita a pausa forçada para se dedicar aos seus outros projetos, como a Casa X – franquia no ramo de buffet infantil – a 13ª edição do Xuxa Só Para Baixinhos e a Fundação Xuxa Meneghel, que comemora 25 anos em 2014.

Até que esteja liberada para voltar à TV Globo, os fãs podem matar as saudades acompanhando a reprise do “Planeta Xuxa” – originalmente exibido entre 1997 e 2002 – no Canal Viva. E a julgar pela estrondosa repercussão nas redes sociais, não são poucos os que sentem a sua falta e torcem para que ela se recupere logo.


O lado bom é que, com mais tempo livre, Xuxa conseguido ficar mais próxima de seus fãs, seja por meio de seu perfil oficial no Facebook ou pelas entrevistas que ela concede, como agora, quando ela atendeu a este jornalista por e-mail. A íntegra da entrevista - publicada na edição de dezembro / 2014 de Revista Regional - pode ser lida AQUI.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Marjorie Estiano: talento para ver, ouvir e apreciar


Rede Globo / João Cotta




Já em sua estreia na televisão, a paranaense Marjorie Estiano demonstrava que tinha um futuro promissor. Ao dar vida à baixista Natasha em “Malhação” – em uma das temporadas de maior sucesso do seriado – ela conquistou o público, que se encantou não apenas por sua atuação, mas também por sua voz. Quando deixou o elenco da novela teen, não demorou para que a atriz alçasse vôos mais altos, participando de três novelas das 21h entre 2006 e 2009.

Depois do sucesso em “A Vida da Gente”, encarnando a doce Manuela, Marjorie está de volta ao horário das 18h em “Lado a Lado”, a primeira produção de época da qual participa. Na trama – escrita por Cláudia Lage e João Ximenes Braga – ela dá vida à Laura, que formou-se professora sob o olhar atento e reprovador de sua mãe, a ex-baronesa de Boa Vista, Constância Assunção (Patrícia Pillar). Apesar de nascida em berço de ouro, possui mentalidade à frente de seu tempo e vai lutar para poder trabalhar fora e expressar suas ideias, a exemplo de feministas pioneiras do Brasil, que, aliás, serviram de inspiração para a personagem.

Paralelamente ao trabalho como atriz, a jovem investiu na carreira musical, impulsionada pelos hits que entoava em “Malhação”. De lá para cá, já foram lançados dois CDs (“Marjorie Estiano” e “Flores Amores e blá blá blá”) e um DVD (“Marjorie Estiano – Ao vivo”), que juntos venderam mais de 400 mil cópias. Com facilidade para trafegar por diferentes estilos musicais – ela já fez releituras bem peculiares de canções consagradas, como “Perigosa”, de Nelson Motta, e “Ta hi”, interpretada pela “pequena notável” Carmem Miranda – a cantora está escolhendo o repertório de seu próximo álbum.

Mas os fãs vão ter que esperar um pouco: na melhor das hipóteses, o CD só será lançado quando “Lado a Lado” terminar, “pois o propósito do trabalho com a música é fazer shows e isso torna-se inviável durante a novela”, admitiu Marjorie em entrevista exclusiva, concedida por telefone, à equipe de Regional. Durante o bate-papo, ela explica como se preparou para a personagem, fala de seus projetos no teatro e faz uma revelação que pode surpreender: a estrela não tem “o menor interesse” em participar de projetos que unam música e dramaturgia. Mas, de qualquer forma, a versatilidade de Marjorie é digna de aplausos. É um talento para ser visto, ouvido e apreciado, na televisão, nos palcos e também no site de Regional. Clique para ler a entrevista na íntegra ou, se preferir, faça o download da versão em pdf.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Paula Fernandes: de promessa à grande estrela


Foto: Guto Costa / Divulgação




A primeira vista, Paula Fernandes pode até parecer frágil. Mas esta é uma impressão que rapidamente cai por terra, assim que ela começa a cantarolar os versos de uma música qualquer. Dona de uma voz marcante, a mineira – que cresceu num sitiozinho, as margens da Serra do Cipó – concordou em atender a este jornalista mais uma vez, exatamente dois anos após a primeira entrevista (publicada na quinta edição de ZUNZUNZUM, em maio de 2010). 

Neste intervalo de tempo relativamente curto, muita coisa mudou: de agradável promessa da música brasileira, foi alçada ao status de uma grande estrela. O reconhecimento – com o qual ela sonhou durante tanto tempo – foi alcançado: agora, não somente sua voz é familiar ao público, mas também a sua imagem. Depois de emplacar vários sucessos em trilhas de novelas, a consagração definitiva veio com o CD e DVD “Paula Fernandes ao Vivo”, lançado no ano passado, que se manteve no topo dos mais vendidos. 

Vivendo o seu auge, Paula prova que, de fato, tem sede de arte: seu novo CD de estúdio – que até o fechamento desta reportagem ainda não havia sido batizado oficialmente – deve chegar às lojas no final de maio. A primeira das quinze faixas que está sendo divulgada nas rádios é “Eu Sem Você”, uma composição de Paula em parceria com Zezé di Camargo, onde alguns trechos –“Tô com vontade de enfrentar o mundo / Ser pra sempre o guia do seu coração / Sou a metade de um amor que vibra / Numa poesia em forma de canção” – parecem traduzir sua própria história. 

Aos fãs da região, há ainda outra boa notícia: a cantora se apresentará em Sorocaba, no dia 1º de junho (sexta). O público então vai poder ver de perto todo o talento da garota que começou a cantar aos oito anos e amadureceu precocemente. Em nome de um sonho, ela conta que pulou etapas: parte da infância e toda a adolescência. Apesar dos momentos difíceis – que, segundo Paula, não foram poucos – hoje é possível afirmar que todo esse esforço valeu a pena. 

Sem medo de lutar por aquilo que deseja, a estrela segue brilhando cada vez mais intensamente e agradece a Deus por tudo o que passou. “Sou exemplo de que tudo é possível. Minha origem é humilde, mas nunca deixei de sonhar. Seguir o caminho mais longo e da honestidade torna tudo mais bonito e dá sentido as conquistas”, relembra a cantora, que diz se sentir privilegiada por ter recebido o dom da composição. 

Para que os leitores possam conhecer ainda mais sobre a trajetória da mineira que conquistou o país e recebeu elogios de fãs famosos – como o Rei Roberto Carlos, com quem fez um dueto no tradicional especial de Natal – Regional optou por mesclar, ao conteúdo inédito, os melhores trechos da entrevista concedida em 2010, publicados pela primeira vez em forma de perguntas e respostas. 

O resultado é uma longa conversa - que você pode ler no site de Regional ou fazer o download do arquivo em pdf - em que Paula aponta a determinação como um fator decisivo para que os seus sonhos se realizassem. Isto, aliás, é uma das poucas coisas que não mudou nos últimos dois anos: a menina continua disposta a encantar milhões de pessoas de pessoas com a sua música. Por tudo o que já demonstrou até aqui, é melhor que ninguém duvide que isso ainda vai acontecer por muito tempo.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Rodrigo Sant'anna em entrevista exclusiva







“A partir desta noite, todos vocês passam a fazer parte da minha história”. Com essas palavras, Rodrigo Sant’anna agradeceu aos aplausos calorosos dos sorocabanos que prestigiaram a apresentação de Comício Gargalhada, em 25 de março. Bem menos “bandido” e “maléfico” do que sua principal personagem – a transexual Valéria, que faz a alegria de milhões de espectadores que acompanham o “Zorra Total” nas noites de sábado – o humorista recebeu a equipe de Revista Regional para um bate-papo exclusivo, antes do espetáculo. 


Tímido, o comediante conta que se surpreendeu com a repercussão: a recepção da plateia de Sorocaba foi apenas uma amostra do carinho que o público nutre por aquela figura estranha, de cabelos vermelhos, maquiagem exagerada e tom debochado. Segundo ele, tudo aconteceu muito rápido: pouco tempo depois da estreia no Zorra, o inconfundível bordão “Ai como eu to bandida” passou a ser usado com frequência por pessoas de todas as idades. Tamanha popularidade alçou Rodrigo a um novo status: repentinamente, começaram a surgir convites para programas de entrevistas e participações na televisão. 

Mesmo com todo esse reconhecimento, o humorista reconhece que vive um processo constante de aprendizagem e faz questão de dividir os méritos com a colega de cena. A amizade com a atriz Thalita Carauta – por quem sente um carinho muito forte, que transparece na tela – é antiga. Muito antes de brilharem na televisão, Valéria e Janete nasceram nos palcos: ambos integravam o elenco da peça “Suburbanos”. 

Subúrbio, aliás, é um ambiente comum para Rodrigo. Criado no Morro dos Macacos, comunidade carente do Rio de Janeiro, ele revela que a diversidade de tipos encontrados no local o inspirou a criar alguns de seus personagens, que poderão ser vistos na região no próximo dia 15 de Abril (domingo), quando o humorista traz o seu “Comício Gargalhada” para a cidade de Indaiatuba. O evento é uma realização da Teatro GT, com patrocínio de Revista Regional (veja mais informações aqui). 

Além de adiantar o que o público pode esperar deste comício, Rodrigo ainda fala, no decorrer da entrevista, sobre dois de seus ídolos no humor: Renato Aragão – com quem conviveu durante quatro anos – e o mestre Chico Anysio, que faleceu em 23 de março. Ao final da conversa, a pedido de nossa equipe, o humorista concordou prontamente em participar de uma rápida brincadeira. Para ler a íntegra da entrevista, faça o download da versão em pdf ou, se preferir, acesse o site da revista, clicando aqui.

BÔNUS: Minha foto com o Rodrigo, depois da entrevista.


quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Cesar Cielo: gigante pela própria natureza


Foto: Gianmattia D'Alberto/La Presse


Prezados, tudo bem?


Na edição de janeiro de REVISTA REGIONAL, fiz uma entrevista com o nadador Cesar Cielo, onde ele conta como está sendo a sua preparação para as Olimpíadas de Londres. Com 25 anos recém-completados em 10 de janeiro, ele admite não temer a pressão em função de seus bons resultados: isso porque, assim como muitos outros esportistas que fizeram história, o jovem se cobra muito, pois não gosta de perder, principalmente quando sabe que não fez tudo o que estava ao seu alcance.

Assumidamente autocrítico, o atleta faz questão de frisar ainda que o apoio da torcida também é crucial, pois acaba se convertendo em motivação. Diante de tanto empenho, fica fácil entender o motivo pelo qual, por tantas vezes, ele ocupa o lugar mais alto do pódio. Como sugere a letra do Hino Nacional – que embala a todas as suas vitórias – “Cesão” é um gigante, não apenas pelo apelido, que usa ao final de todas as postagens em seu site, ou pela altura, mas principalmente por levar o nome do Brasil tão longe. Até 2020 – ano em que talvez encerre a carreira – o esportista terá muitas outras oportunidades de mostrar seu talento. Ficou curioso? Leia a íntegra da conversa no site da revista ou, se preferir, faça o download da versão em PDF.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Conversando com Lya Luft


Foto: Divulgação


Também para a edição de dezembro de REVISTA REGIONAL, fiz uma entrevista com Lya Luft. Uma das mais prestigiadas autoras da literatura brasileira contemporânea - estima-se que o seu best-seller “Perdas e Ganhos” (2003) tenha ultrapassado a marca de 1 milhão de exemplares vendidos, em diversos países -, ela fala de sua relação com os leitores, a quem considera seus cúmplices, por poder dividir suas dúvidas, preocupações ou encantamentos. 

Muito ligada à família, Lya acredita que as escolhas podem colaborar com o nosso destino. Embora não tenha a intenção de ser didática, a autora afirma que toda obra de arte é capaz de fazer com que as pessoas reflitam, dando-lhes a possibilidade de corrigir algumas coisas em suas rotas. Leia a íntegra do texto no site da revista ou, se preferir, faça o download da versão em pdf.

Abraços!!!

sábado, 10 de dezembro de 2011

A bola da vez: Michel Teló em entrevista exclusiva para a ZZZ




Michel Teló começou a se apresentar profissionalmente ainda criança. Em 17 anos de carreira – dos quais em 12 ele esteve à frente do Grupo Tradição – esse paranaense, que foi criado em Campo Grande (MS), conquistou uma legião de fãs. O lançamento do CD “Balada Sertaneja”, em 2009, marca o início de sua trajetória como cantor solo, com destaque para “Ei, Psiu Beijo Me Liga”, que logo caiu no gosto popular. 


Embora estivesse feliz com o reconhecimento alcançado, Michel sabia que este era apenas o começo de um sonho. Pouco tempo depois, no entanto, ele chegaria ao seu auge, com a música “Fugidinha” – que estourou nas rádios de todo o país, ficando entre as dez mais tocadas, antes mesmo de sua divulgação oficial. A canção faz parte do repertório do CD/DVD ao vivo, que leva seu nome, e foi gravado no ano passado, em Lages (SC), num show assistido por mais de 50 mil pessoas.

Desde então, o assédio em torno de Teló cresce de maneira frenética. Em meio aos seus vários compromissos profissionais, o cantor aceitou conversar com a equipe de ZZZ, por e-mail. Nessa entrevista, fica claro que, mesmo com o sucesso, ele mantém os pés no chão. “Ainda tenho muita lenha para queimar. Deus é maravilhoso comigo”, reconhece o artista, que faz questão de agradecer a sua família pelo incentivo.

A maturidade faz com que Teló reaja com tranquilidade às cobranças, que segundo ele, são várias. O objetivo não poderia ser outro: fazer o melhor para os fãs, de quem ele não esconde a satisfação em estar perto. Estas e outras revelações foram feitas neste bate-papo exclusivo, cuja íntegra pode ser lida no site da revista. Se preferir, faça o download da versão em pdf clicando AQUI.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Em entrevista à Revista Regional, Iara Bernardi fala dos entraves a aprovação do PLC 122



Foto: Arquivo Pessoal


Um assassinato a cada dois dias. A constatação alarmante faz do Brasil o recordista mundial de crimes contra homossexuais. De fato, os números assustam: em 2009, ocorreram 98 mortes; 11 a mais que no ano anterior. Em relação a 2007, quando foram cometidos 122 homicídios, o aumento é de 62%. O levantamento é feito anualmente pelo Grupo Gay da Bahia (GGB), que há mais de 30 anos coleta dados relativos à prática de homofobia. Segundo o GGB, de 1980 a 2009 foram documentados 3.196 homicídios, média de 110 por ano.

Neste cenário marcado pelo aumento assustador da violência e extrema crueldade, os homossexuais, com o apoio de alguns setores da sociedade, mobilizam-se para fazer valer os seus direitos, para garantir que haja respeito às diferentes formas de amar. Se, por um lado, o Supremo Tribunal Federal reconheceu, no último mês, a união civil homoafetiva – assegurando a estes casais os mesmos direitos dos heterossexuais, em questões relativas à previdência ou plano de saúde, por exemplo – por outro ainda são vários os desafios a serem enfrentados.

Aprovado por unanimidade na Câmara em 2006, o Projeto de Lei nº nº5003/2001, tramita no Senado desde 2007, com um novo número: 122. A proposta é um complemento à chamada Lei das Discriminações e prevê punições para a manifestação de preconceito por gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero. Todavia, há forte resistência à aprovação do projeto, que atualmente tem como relatora a senadora Marta Suplicy (PT-SP).

Para falar dos entraves e esclarecer aspectos importantes da Lei, Revista Regional convidou a professora e ex-deputada federal por três mandatos Iara Bernardi, autora do Projeto de Lei Complementar nº5003/2001 que criminaliza a homofobia em âmbito nacional. Nessa entrevista, Iara, que mora em Sorocaba, defende veementemente a igualdade de direitos e lembra que, apesar de ser um Estado laico, o Congresso tem sido influenciado pelas manifestações – que ela classifica como retrógradas – da bancada religiosa.

A ex-parlamentar acredita que o exercício da tolerância e amor ao próximo devem ser incentivados para que haja, de fato, a igualdade de direitos. Segundo ela, é preciso promover a cultura de paz, baseada no respeito a todos os seres humanos com as suas diferenças e diversidades. Sob essa perspectiva, é fundamental que a aceitação comece pela família e também pelas crianças. Para ler a íntegra da entrevista, clique AQUI ou se preferir, faça download da versão em pdf no menu a esquerda.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Revista Regional traz uma entrevista exclusiva com Monja Coen


Foto: Divulgação








Olá amigos,


Neste primeiro post de 2011, gostaria de destacar a entrevista que fiz com Coen Sensei. Ordenada monja em 1983, ela é a fundadora da Comunidade Zen Budista no Brasil. A missionária, que hoje participa de encontros educacionais, inter religiosos e promove a Caminhada Zen, em parques públicos – com o objetivo de divulgação do princípio da não violência e a criação de culturas de paz, justiça, cura da Terra e de todos os seres vivos – em nada lembra a mulher que um dia já foi presa na Suécia e tentou o suicídio. 

É verdade que o período conturbado, regado por excessos, pode soar um tanto destoante da trajetória da missionária. Mas, por outro lado, demonstra que ela foi capaz de percorrer caminhos muitas vezes inexplorados, provando que os seres humanos podem realizar profundas transformações em suas vidas: para que isto aconteça, segundo Monja Coen, é necessário esforço contínuo. Simultaneamente, é preciso confiança e entrega às práticas de se aprofundar no conhecimento da nossa essência verdadeira. 

Numa entrevista exclusiva, publicada na edição de janeiro de Revista Regional, Monja Coen fala de felicidade e critica a obsessão das pessoas em serem perfeitas – comportamento muito comum nos dias de hoje, que, de acordo com a religiosa, “sofre e faz sofrer” – e incentiva a busca pela excelência. Ao mesmo tempo, propaga o respeito à vida em suas inúmeras formas e cita exemplos de manifestações do amor incondicional em nosso cotidiano. Para ter acesso a íntegra da conversa, clique AQUI.

Em breve, mais novidades por aqui. Aguardem!

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Cláudia Leitte e Pitty são destaques na segunda edição da ZZZ


Foto: André Schiliró / Divulgação



Amigos, já saiu a segunda edição da Revista Zun Zun Zum (ZZZ para os íntimos). A publicação traz na capa a sorocabana Alinne Moraes, que fala do desafio de interpretar uma tetraplégica na novela "Viver a Vida": sua personagem, Luciana, sofrerá um acidente que a deixará numa cadeira de rodas. Outros famosos também estão nas páginas da revista, como o apresentador Marcos Mion e o ator Bruno Gagliasso.
Se todos estes "argumentos" ainda não conseguiram despertar sua curiosidade, lanço mão de mais um neste momento: você vai poder conferir a entrevista que fiz com Claudia Leitte. A cantora fala de seus novos projetos profissionais, parcerias e uma canção que marcou a sua vida. Quer saber que música é essa? Então clique AQUI para baixar o arquivo e ler a reportagem na íntegra.
Pensa que acabou? Não! Virando a página, você conhece um pouco mais sobre o novo CD da Pitty, "Chiaroscuro", que explora um contraste na sonoridade, com músicas pesadas e leves. Eu e meu amigo Tiago Albertim também estivemos num dos primeiros shows desta nova turnê, que aconteceu aqui em Sorocity.
Por último, um aviso para os que acompanham meu trabalho: não será preciso esperar até a próxima edição da ZZZ, em dezembro, para ler um texto meu. Quinzenalmente, assino a coluna "De tudo um pouco" no Jornal do Povo, de Ibiúna. Além disso, a partir de hoje tem início a Casa Cor Sorocaba. Digo isso porque fiz duas reportagens para o anuário do evento (mas isso é assunto para o próximo post).
Ainda tem uma matéria minha muito bacana na Revista Regional de novembro (publicação da editora Clipping, a mesma da ZZZ), cujo tema será prefiro não revelar ainda. Mas garanto-lhes que vão gostar. Isso é só um aperitivo do que vem por aí... Enquanto eu corro atrás de coisas novas, saboreiem a ZZZ: tenham a certeza de que eu e toda equipe do meu amigo Renato Lima queremos sempre oferecer o melhor para vocês! Fui...

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

O zun zum zum do Flausino



Há alguns dias, dividi com os leitores deste espaço a minha alegria por entrevistar o vocalista do Jota Quest, Rogério Flausino. Naquela ocasião, revelei algumas curiosidades e os bastidores do encontro. Hoje, por sua vez, chegou a hora de mostrar o resultado do nosso papo: Rogério fala do lançamento do CD em espanhol, dos diferenciais do "La Plata" - que é, por autodefinição, o trabalho mais ousado da banda - e também sobre as novas plataformas de comunicação, entre outros assuntos.
A matéria foi publicada na primeira edição da revista Zun Zun Zum, que circula nas cidades de Salto, Itu e Indaiatuba (SP). A publicação é voltada a personalidades, vida social e famosos e é a primeira deste segmento na região.
Até então, este nicho de mercado era ocupado apenas por veículos nacionais como Caras, Quem, Contigo!, Vogue RG e IstoÉ Gente.
Se os leitores me permitem uma opinião sincera, a qualidade visual e de conteúdo desta edição impressiona e se equipara à das publicações já citadas, fiquei com um PUTA ORGULHO de ter participado deste primeiro número. Não posso prever o futuro, mas é provável que este seja apenas o início de uma "brilhante parceria", fazendo alusão ao editorial publicado.
Dito isto tudo, vamos ao principal: para ver a íntegra da entrevista com o Flausino, clique aqui para baixar o arquivo. Desde já, deixo claro que as opiniões e comentários - mesmo os desfavoráveis, se houverem - sobre esta matéria serão muito bem vindos. Aproveito, mais uma vez, para agradecer a todos que, direta ou indiretamente, contribuiram - e torceram - para que este sonho se tornasse realidade.

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