domingo, 9 de maio de 2010

Mãe... porque todo dia é delas!







Olá, caros leitores, tudo bem? Já pararam para analisar a predileção dos seres humanos por datas comemorativas: dia das crianças, dos pais, dos namorados, do jornalista, do advogado, do professor... eis que hoje é celebrada a data que, para os comerciantes, é a segunda mais importante do calendário (só “perde” para o Natal): o Dia das Mães.

Agora, eu questiono-lhes: será que isso realmente é necessário? Antes que alguém chegue a uma conclusão precipitada, permitam-me um esclarecimento. Não estou dizendo que as homenagens às mães são desnecessárias. Ao contrário, essas mulheres merecem todo meu respeito e consideração. Mas será que elas devem ser lembradas e reconhecidas tão somente neste único dia?

A mim, particularmente, isto se configura, no mínimo, como um paradoxo. Como se fosse possível alguma mãe conseguir se desvencilhar dessa atribuição. Pelo menos para a grande maioria das mães que eu conheço – incluo a minha nessa lista – esta é uma tarefa impossível: essas mulheres, em sua grande maioria, priorizam sempre a felicidade dos filhos.

Para elas, a idade é o que menos importa: não importa se o herdeiro tem dois, cinco, dez, quinze, trinta ou cinquenta anos; o fato é que ela o considerará sempre uma criança e fará absolutamente tudo o que estiver ao seu alcance para protegê-lo. Reconheço que um amor assim pode ser um tanto exagerado, mas, por outro lado, é incondicional: mesmo que você cometa um grande erro, ela conseguirá perdoá-lo.

Então, já que hoje é o “dia” delas, aproveite a data para retribuir todo o carinho que você recebeu ao longo de sua vida. Presenteie-a com um sorriso, ou então com um pouco do seu tempo. Elas certamente ficarão muito felizes. Mas, se você tiver condições de oferecer mais, procure descobrir algo que ela realmente gosta.

Aos desavisados, uma dica: comprem algo de uso pessoal, e não doméstico, afinal, o dia é da mãe, e não da casa, ok? De qualquer forma, o mais importante é não deixar que ela duvide que este amor é uma via de mão dupla. Afinal, se chegamos até aqui e hoje somos pessoas bem sucedidas, devemos muito a elas.

Despeço-me, desejando a todas as mães – especialmente à minha – um lindo nove de maio. Como diria Roberto Carlos: “Eu tenho tanto / pra te falar / mas com palavras / não sei dizer / como é grande / o meu amor / por você”...
Até a próxima!!!

domingo, 2 de maio de 2010

O direito de não ser perfeito



Olá meus amigos, tudo bem? Depois de um tempo sem postar, eis que estou de volta... para falar do ser humano. Uma das características que mais me encantam na nossa espécie é a pluralidade. Acredito que as diferenças devem ser não apenas respeitadas, mas também incentivadas, pois o convívio com o que não nos é familiar nos força a enxergar novas cores e nos proporciona lições valiosas.

Nesse mundo tão plural, onde há espaço para todas as raças, crenças e convicções, parece natural que o ser humano cometa erros. Afinal, por mais que se deseje, ninguém consegue ser perfeito o tempo todo. Todos temos nossas falhas, nossas oscilações de humor e nossas limitações.
Num desses momentos, podemos, mesmo sem querer, magoar alguém por quem temos um carinho muito grande e, infelizmente, as vezes, um pedido de desculpas não basta, principalmente quando uma fala é capaz de gerar uma interpretação ambígua e, com isso, ganha uma dimensão diferente daquela que você desejou.

A partir daí, resta colher as consequências:  fico chateado quando um único erro tem, na balança, um peso maior do que todos os acertos somados. Resta então, nesse caso, seguir em frente e torcer para que, com o tempo as coisas voltem ao normal. Para que isso não aconteça com você, aconselho: pense muito bem antes de dizer (ou escrever) alguma coisa.

Mas pra não encerrar de forma melancólica, uma novidade: a próxima edição da ZZZ está saindo do forno. Ainda esta semana, volto para contar as novidades!
 

quarta-feira, 7 de abril de 2010

O orgulho de ser jornalista... e os desafios também!




Olá meus caros, tudo bem? A minha ideia, ao escrever esse post, é homenagear a todos os meus colegas jornalistas, pois, neste 7 de abril, é comemorado o nosso dia. É bem verdade que houve uma desvalorização do ofício desde que os ministros do STF derrubaram a exigência do diploma, mas, mesmo com essa decisão sem fundamento e as dificuldades do dia a dia, minha paixão por essa arte continua a mesma.

Sim, jornalismo é arte. A arte de contar histórias. Algumas boas, outras, infelizmente, nem tanto, pois esse é o nosso propósito: enquanto imprensa, devemos retratar, da maneira mais ISENTA possível, a realidade na qual estamos inseridos, com todas as suas nuances.
Graças a minha profissão, torno-me a cada dia, um ser humano mais plural. Acabo conhecendo de tudo um pouco e, parodoxalmente , nada, pois minha rotina me lembra que sempre tenho algo novo a aprender.

Nessa minha trajetória, cruzei o caminho de pessoas muito especiais, é sempre bom conversar com pessoas que tem algo dizer e poder retratar suas histórias: da rotina de um mochileiro, passando pela preocupação das indústrias com o meio ambiente, o artista que está despontando para o sucesso e, finalmente, o impacto da tecnologia na vida das pessoas.

É muito bacana saber que posso, com o meu trabalho, ajudar na divulgação de bons projetos, como o "Praia para todos" ou a iniciativa da Kica de Castro. Já realizei alguns sonhos também, afinal de contas, todo mundo tem os seus. Querendo ou não, a profissão me abre algumas portas.

Por outro lado, são muitos os desafios: contar essas histórias, é, quase sempre, uma responsabilidade gigantesca. Por essa simples razão, acredito que a formação universitária é importante SIM. Não cabe, pelo menos ao bom jornalista, sair escrevendo o que bem entende em nome de um furo. Ou então, tirar uma frase do contexto para conseguir a matéria de capa. 

É, na verdade, um misto de técnica, emoção e até mesmo subjetividade - condenada por alguns, porém usada por todos  - uma  vez que eu não acredito que o jornalista consegue se desvincular dos seus valores quando vai escrever um texto. O grande segredo está em saber dosar tudo isso.

É difícil se sobressair num mercado tão voraz, que está saturado. Ainda mais quando se é freelancer, como no meu caso. Encaro cada trabalho como uma oportunidade única, como um novo contrato. A primeira dica é responsabilidade. Acima de qualquer coisa, respeite seu deadline (para os leigos, prazo de entrega). Ao mesmo tempo, busque inovar e imprimir o seu toque pessoal sempre, principalmente nas pautas mais comuns, batidas...

Para fechar, um último conselho: faça com amor. Dessa forma, o reconhecimento e a credibilidade serão apenas consequências. Como diz o slogan de uma famosa rede de fast food, "AMO MUITO TUDO ISSO!"

Para fechar, a oração do jornalista (autoria desconhecida):

"Deus não deixe eu chegar atrasado à redação.
Que eu possa Senhor cumprir minha pauta,  conseguindo informações corretas e úteis, sem aparecer mais que o entrevistado.
Que eu consiga uma boa fotografia.
Que a câmera filmadora não falhe e o motorista esteja disponível.
Senhor, tomara que a internet não saia do ar e que o meu editor não esteja de mau-humor.

Peço-lhe Senhor, muita paz e tranqüilidade durante a entrevista e discernimento para fazer a matéria justa e bem elaborada.
Que o tempo seja suficiente para cumprir a outra pauta que me aguarda, logo em seguida,
do outro lado da cidade. 
E que o meu trabalho contribua para diminuir a desigualdade social, e ajude a melhorar a qualidade de vida do planeta.
Que eu entregue tudo a tempo e não sofra nenhuma agressão. 
Ou pior, seja alvo de uma bala perdida, virando notícia.

Que a matéria seja simples sem ser simplista.
Que não seja prolixa e sim criativa.
Que eu não cometa nenhum erro de português, Senhor, para não ser massacrado pelos colegas.
Principalmente Senhor, que eu não caia no pescoção...
que possa pagar minhas contas com esse salário e que nenhum jabá
me seduza.
E, finalmente, meu Deus, me ajude para que eu possa entregar tudo revisado e no prazo do dead line. Assim seja!"

Até a próxima!!





sábado, 20 de março de 2010

Dois em um: minha entrevista ao blog Coisas da Vida e o desrespeito aos deficientes





Olá amigos, tudo bem? Durante a semana estava navegando pelo blog "Coisas da Vida", quando um post do jornalista Endrigo Annyston me chamou a atenção: ele comentava uma matéria da jornalista Mariana Ferrão, exibida no Fantástico de domingo passado (eu não tinha visto o programa).

A reportagem mostra um teste nacional do respeito às vagas de idosos e deficientes. Veja no vídeo  acima uma senhora parando em uma vaga de deficientes físicos e tentando fugir da câmera. Por que tantos brasileiros jovens e saudáveis param nessas vagas especiais?

O programa percorreu estacionamentos de dez grandes cidades brasileiras. Em ruas e shoppings de todas as regiões do país, foram flagradas inúmeras cenas de pessoas saudáveis estacionando nessas vagas. O desrespeito foi visto de norte a sul. De Palmas, no Tocantins, a Maringá, no Paraná. 

Para mim, particularmente, este tipo de comportamento não chega a ser nenhuma surpresa. Por sinal, engana-se quem pensa que este é um problema típico das capitais. Quando eu estava na graduação, foram várias as vezes em que o motorista do meu transporte especial enfrentava dificuldades para estacionar, mesmo com toda  a sinalização e os cones colocados pelos funcionários da universidade. Trata-se, de fato, de um comportamento egoísta.

Essa é uma das razões pelas quais a discussão em torno da acessibilidade e inclusão, levantada pela novela "Viver a Vida", torna-se tão relevante. A esse respeito, meu amigo Endrigo entrevistou-me para saber a minha opinião sobre a abordagem da trama. Fiquei muito feliz com a proposta e o resultado do nosso bate-papo você pode ver clicando aqui.  Convido a todos os meus amigos para que leiam, reflitam e divulguem!

Até a próxima!!!

terça-feira, 16 de março de 2010

Mulheres especiais: portadoras de deficiência recuperam auto-estima

 Amigos, no post sobre o projeto "Praia para Todos" eu havia prometido que a inclusão dos portadores de deficiência na sociedade seria abordada com mais frequência no blog. Sempre que eu tomar conhecimento de alguma iniciativa bacana, vou divulgar aqui. Coincidentemente, na edição de 7 anos da Revista Regional o jornalista Renato Lima fez uma reportagem apresentando o trabalho da fotógrafa Kica de Castro, para o qual eu deixo meus sinceros cumprimentos. Com a permissão dele, republico o texto na íntegra, logo abaixo. Antes de me despedir, deixo uma pergunta para as minhas leitoras: que acham de eu fazer um ensaio nesse sentido?


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Mulheres com deficiência física reencontram sua beleza, auto-estima e sensualidade ao tornarem-se modelos fotográficos 




Daiane Lopes, 28 anos, paralisia cerebral, vive em Apucarana, Paraná, e trabalha com atendimento ao público e é modelo fotográfico






Foto: Kica de Castro





Permitir que pessoas com deficiência elevassem sua auto-estima, reencontrassem sua beleza e sensualidade foi o que levou a fotógrafa paulistana Kica de Castro a criar uma agência de modelos totalmente especializada no assunto.

Tudo começou quando Kica chefiava o setor de fotografia de um centro de reabilitação de pessoas com algum tipo de deficiência física. "Vendo a baixa auto-estima desses pacientes resolvi criar a fototerapia, resgatava a auto-estima com auxílio das fotos. Levei para o setor alguns acessórios como bijus, pente, gel, espelho e revistas e transformei o local num estúdio”, lembra a fotógrafa.


Dois anos depois, os próprios pacientes passaram a cobrar de Kica oportunidades no mercado de trabalho. “Elas iam com o book nas agências e só escutavam não, não e mais não. Comecei uma pesquisa e vi que na Europa a coisa é evoluída, na Alemanha existe o concurso de beleza ‘A mais bela cadeirante’, na Inglaterra e na França tem reality show, estilo BBB, só que só para deficientes. Vendo os resultados na Europa, resolvi largar tudo e me dedicar exclusivamente à agência de modelos para pessoas com alguma deficiência”, conta.


Hoje, a agência conta com 67 modelos, homens e mulheres, na faixa de quatro a 60 anos. Segundo Kica, todos eles são profissionais que atuam em outras áreas, como músicos, psicólogos, atletas, enfermeiras, entre outros. “Já que se fala em inclusão, que se fale de tudo, incluindo a beleza e a sensualidade. Provamos que beleza e deficiência não são palavras opostas e que são consumidores e como tal precisam estar presente nas publicidades”, ressalta a fotógrafa que também é formada em Publicidade.


Para Kica, a fotografia tem importância fundamental no resgate da auto-estima das pessoas com deficiência. “A primeira sensação deles é a realização como pessoa, de ser bem bonita e de estar sendo reconhecida pela beleza e como profissional num mercado tão ditador, que é o da moda. Estamos na contramão dos padrões ditados pela sociedade na década de 60. Ser reconhecida como símbolo de beleza é a recompensa de um trabalho bem feito”, ressalta.

MAIS:
Os contatos de Kica de Castro são:
telefone: (11) 8131-0154
email: kicadecastro@gmail.com

sexta-feira, 12 de março de 2010

Revista Regional faz 7 anos de olho nos avanços da tecnologia







Arte: Murilo Gagliardi


Na ficção, o futuro dos seres humanos e a sua interação com a tecnologia já foram retratados de diversas maneiras. Dos carros voadores que transportavam os personagens do desenho “Os Jetsons”, ao teletransporte, utilizado pelos tripulantes das naves estelares de “Jornada nas Estrelas”; passando pelos robôs autômatos de “Eu, Robô”, sem esquecer-se de mencionar a realidade virtual e a inteligência artificial presentes na trilogia “Matrix”, até chegar aos humanóides de “Avatar”. 


 

É verdade que parte das situações apresentadas ainda não é realidade, mas, por outro lado, a tecnologia está cada vez mais presente em nossas atividades do dia a dia, não raras vezes de forma quase imperceptível; embutida em inúmeros produtos e serviços utilizados por bilhões de pessoas ao redor do planeta e também nos objetos que carregamos em nossos próprios bolsos, tais como o celular, os cartões de crédito e até o nosso próprio dinheiro: apresentada em fevereiro pelo Banco Central, a segunda família de cédulas do Real entrará em circulação gradativamente até 2012.




As novas cédulas atenderão a uma demanda dos deficientes visuais – que, até então, enfrentavam dificuldade em reconhecer os valores das notas – e terão tamanhos diferenciados e marcas táteis em relevo aprimoradas em relação às atuais, para facilitar sua identificação. Dotadas de recursos gráficos mais sofisticados, as notas ganharão um novo design e ficarão mais protegidas. Ainda nesse semestre, serão lançadas as de maior valor, de R$ 50 e R$ 100, que demandam mais segurança contra falsificações.

Nota-se, portanto, que este é um caminho irreversível e, embora o acesso a algumas das várias inovações tenha um custo relativamente alto – o que dificulta a popularização – vem se intensificando as iniciativas em prol da chamada inclusão digital.

Em seu sétimo aniversário,
Revista Regional analisa o impacto da tecnologia na vida das pessoas e antecipa os produtos e serviços que serão a bola da vez nos próximos anos, destacando, especialmente, a tecnologia assistiva.

O conceito de tecnologia assistiva, embora recente, é utilizado para designar todo o arsenal de recursos que contribuem para amenizar as limitações e melhorar a qualidade de vida do portador de deficiência – e também de idosos – ampliando sua acessibilidade e capacidade de comunicação, mobilidade e aprendizagem. Com isso, busca-se um comportamento autônomo e independente.
 
Nessa grande reportagem especial - cuja íntegra pode ser acessada via Rapidshare ou Scribd - também falamos do mercado de automação residencial, além é claro da internet. Por fim, algumas perguntas ficam no ar: "Será que as pessoas estão se tornando reféns da tecnologia?", "até aonde iremos chegar?". Em meio a tantos questionamentos, só há uma certeza: o futuro já começou!

PS: A edição está mais do que especial e traz muitas outras surpresas. Recomendo!


PS 2: ATUALIZAÇÃO -  Um dos meus entrevistados, Murilo Gagliardi, publicou, em sua coluna "Tecnologia em Cena", no portal Itu.com.br, a íntegra das perguntas e respostas que deram origem ao texto final. É só clicar aqui.
 

Sheila Mello e Jota Quest estão entre os destaques da quarta edição da Revista ZZZ


Foto: Marcus Alberti



Ela chegou ao estrelato quando substituiu Carla Perez no grupo “É o Tchan”. Eleita por votação popular, essa leonina nascida em 23 de julho de 1978, permaneceu no grupo por cinco anos e meio. Algum tempo depois que saiu da banda, ela descobriu uma nova paixão – os palcos – e buscou na profissionalização um meio de não deixar seu trabalho tão vulnerável às críticas, que ela garante saber diferenciar.

Cinco anos e dez peças depois de sua estreia no teatro, a atriz faz questão de complementar que também é dançarina. Mais do que isso, deixa claro que tem orgulho de sua história e também de não ter perdido seus valores. No seu mundo cor-de-rosa, Sheila sonha em, daqui a algum tempo, fazer algo que alie as duas atividades que mais ama: dançar e atuar.

Agora contratada da Rede Record, ela foi uma das participantes do Reality “A Fazenda 2”. Depois de recusar o convite para participar do programa na primeira temporada, Sheila – que dizia ter receio de expor sua fragilidade – resolveu enfrentar seu medo. E, pelas revelações que ela fez nessa entrevista exclusiva à ZZZ, parece que essa foi uma decisão acertada. A dançarina conta que essa experiência dilatou todos os seus sentimentos e, com isso, ela conseguiu distinguir o que realmente importa na vida daquilo que é secundário.

Porém, engana-se quem pensa que este foi o único aprendizado de Sheila na casa. Durante a conversa, ela revela como conseguiu superar seu medo de galinhas – que até então lhe pareciam seres extraterrestres – e como as aves se tornaram suas melhores amigas. 
Mas tudo isso é só um aperitivo. Sempre simpática, Sheila aceitou compartilhar conosco um pouco do seu mosaico de lembranças e conversou comigo por telefone, no final de janeiro. A íntegra do bate-papo você confere acessando minha conta no 4shared ou no Scribd.

A edição de fevereiro da ZZZ traz ainda a cobertura completa do carnaval na região e também nos grandes centros, além de destacar a recente passagem de celebridades internacionais pelo Brasil, como Beyoncé e Madonna. 

Para fechar, a gente conta como foi o processo de gravação do CD em espanhol do Jota Quest no estúdio El Pié, na Argentina. Conforme o próprio Flausino antecipou em entrevista publicada na primeira edição da ZZZ, o projeto irá mesclar canções de “La Plata” – o trabalho mais recente – com os principais sucessos da banda. 
No repertório, já estão confirmadas versões de: Só hoje (Solo Hoy); Amor Maior (Amor Mayor), Dias Melhores (Dias Mejores), Seis e Trinta (Alguien para mi soledad), Vem Andar Comigo (Ven a Andar Comigo), entre outras.

O vocalista conta ainda que os refrões originais de algumas faixas serão mantidos , como por exemplo, Na Moral e Encontrar Alguém, já que não é possível vertê-los para o idioma. Embora, até o momento, as informações indiquem que o álbum não será lançado oficialmente por aqui, os fãs brasileiros não têm do que se queixar: em algumas de suas recentes apresentações, a banda tem presenteado o público executando trechos de algumas músicas em espanhol.

Com produção de Mario Breuer (que já trabalhou com Charly Garcia, Ruido Branco, El Matador e outros) e arranjos de corda de Carlos Villavicencio (Fito Paez, Los Pericos, Charly Garcia e outros), o CD deve chegar ao mercado latino – mais especificamente no cone Sul (Argentina, Uruguai e Chile) – ainda nesse semestre.
Então é isso! Tem muito zunzunzum e muitos outros posts vindo por aí...

domingo, 7 de março de 2010

Conheça o projeto "Praia para Todos"


Crédito do Vídeo: Globo.com


Olá meus amigos, tudo bem? Ir à praia sempre foi um dos programas preferidos do brasileiro, especialmente em dias tão quentes como os que estamos vivendo. Embora a minha última ida tenha bastante tempo (tenha certeza de que é mais tempo do que você pensa, risos), lembro-me que ficava num apartamento do último andar de um prédio sem elevador.

Como eu era criança, a tarefa de me carregar não era tão árdua assim, hoje isso seria bem mais pesado. Outra recordação é que sempre alguém tinha que entrar comigo no mar. Trago esse assunto aqui porque, na semana passada, tomei conhecimento de uma iniciativa muito bacana, que vale a pena ser divulgada e, principalmente, copiada. Alô, governantes!

Na novela "Viver a Vida", a personagem Luciana (Alinne Moraes) - que ficou tetraplégica após um acidente - foi a praia com um grupo de amigos e foi assistida pelo projeto "Praia para todos", que tem como objetivo oferecer, além de banho de mar assistido, inúmeras atividades de recreação e lazer, bem como a iniciação ao esporte adaptado, com intuito de potencializar valores e atitudes pessoais e sociais, proporcionando prazerosos momentos de descontração e lazer em pleno ar livre.

O "Projeto Praia para Todos – Lazer e Desporto Adaptado nas Praias Cariocas" é uma iniciativa do "Espaço Novo Ser", tem caráter itinerante e acontece aos domingos das 09:00 às 14:00 horas durante todo verão, contemplando diferentes cenários litorâneos e diferentes comunidades cariocas.
A infraestrutura básica é composta por vagas de estacionamento reservadas nas vias de acesso à praia, rampas de acesso a areia, esteira para passagem de cadeira de rodas, sinalização sonora e piso tátil para pessoas com deficiência visual, banheiros adaptados, cadeiras anfíbias e tendas. 

As atividades programadas e administradas por profissionais especializados se diversificam de acordo com a demanda dos usuários, com destaque para o surf adaptado oferecido pelo surfista consagrado Rico de Souza e o voleibol sentado de praia, a mais nova modalidade paradesportiva, em parceria com Débora Morand, bem como o tradicional futebol e frescobol e a consagrada peteca. 
E claro, como de praxe a piscina infantil, os jogos recreativos e os brinquedos cantados, que a gurizada adora. Assim como os jogos de tabuleiro e de mesa, entre outras atividades, congregando, o que há de mais sagrado dentro do contexto social, o direito de ir (estar) e vir, inclusive na praia, em sua plenitude.

Para permitir o acesso dos cadeirantes à areia é utilizada a esteira Mobi-mat, feita de fibra de plástico trançada e com comprimento de 30 metros. Isso só foi possível graças ao patrocínio da empresa Michelin, que a importou do exterior exclusivamente para o projeto.
Finalmente, aproveito para cumprimentar Manoel Carlos, Alinne Moraes, bem como todo o elenco e equipe da novela, por abordarem esse tema de forma tão oportuna no principal produto da televisão brasileira. Acredito que a trama irá contribuir - e muito - para uma importante reflexão sobre acessibilidade e inclusão. É importante destacar a criação do blog "Sonhos de Luciana", que possibilitará uma interação cada vez maior entre ficção e realidade, marca registrada do autor.

Este blog, daqui por diante, abordará esse tema com mais frequência, como você poderá perceber já nos próximos posts. Afinal de contas, não importa a limitação que você tenha, o importante é viver a vida com plenitude.

Até a próxima!




quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Cave suas próprias oportunidades e reinvente-se





Olá, meus caros. Tudo bem? Para começar o texto de hoje, recordo a maneira como encerrei meu último post. “Reza a lenda que o ano começa, de fato, depois da folia (para mim, particularmente, 2010 já começou faz tempo)”. Então, já que é assim, a hora é de correr atrás e transformar nossos projetos em realidade.

E como fazer com que isso aconteça? Certamente, não adianta ficar sentado esperando que as coisas caiam do céu. Cabe aqui, uma ressalva importante: esse conselho também vale para àqueles que estão numa situação estável, com um bom emprego, um (a) namorado (a). Digo isso porque é uma tendência natural do ser humano se acomodar quando as coisas estão confortáveis. Mas, como diz uma amiga, “o sol nem sempre nasce todos os dias” – momento filosofia de boteco – e, com isso, as pessoas não se preparam adequadamente para as adversidades.

Talvez este seja o maior erro do ser humano. Quem de nós não quer ter o seu trabalho reconhecido? Todos. Pois bem. Muitas pessoas lutam por uma promoção e, quando conquistam esse objetivo, acreditam que alcançaram o topo. Não é bem assim. Aperfeiçoar as suas habilidades é sempre necessário. Afinal, não é possível prevê quando uma crise chegará e obrigará a sua empresa a fazer cortes. Nesta hora, os que estiverem mais bem preparados, fatalmente terão mais chances.
 
Corra atrás daquilo que deseja: você nunca deve apostar todas as suas fichas e depositar todas as esperanças num único projeto, pois nem sempre as coisas acontecem da maneira como foram planejadas. Se você foi pego de surpresa com uma notícia desagradável, não se lamente, reinvente-se! Ao invés de procurar culpados, busque oportunidades: aproveite para pôr em prática ideias engavetadas. Se você não arriscar, nunca vai saber o potencial real das suas criações. O lado bom de um período difícil é que ele nos obriga a procurar novos caminhos, a descobrir novas habilidades.

Outra dica importante é ser flexível. Trocando em miúdos, isto significa estar disposto a fazer concessões! Expanda seus horizontes e amplie a sua visão de mundo. Se você, minha leitora, está em busca de um namorado, por exemplo, pare de procurar em todos os caras que encontra um príncipe encantado: eles só existem nas histórias infantis. A ideia aqui não é defender os homens (ou sapos, como queiram), apenas ressaltar que, enquanto seres humanos, todos têm qualidades e defeitos. Conviver bem com isso é sinal de sabedoria.

Saia de sua casca: permita-se viver novas experiências e enfrentar novos desafios. Se você conseguir enfrentar uma situação nova com tranquilidade, terá dado um passo importante rumo à maturidade. Com isso, você ganha experiência para ser usada nas horas difíceis. Para terminar, um último conselho: se você está passando por um momento adverso, a única certeza é que ficar reclamando, sem arregaçar as mangas, não adianta nada.
 
Até a próxima!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Dica de leitura – “Quem mexeu no meu queijo?”




Olá, meus caros. Tudo bem? Enfim chegou o carnaval, ou seja, os próximos dias serão dedicados a muita folia e badalação, certo? Não para todos. E é com esse pessoal avesso a desfiles e beijo na boca – tudo bem, reconheço que agora eu exagerei – que quero falar hoje. Nesse espaço, sempre falamos “de tudo um pouco”, mas faltava uma dica de leitura. Atentem para o verbo... FALTAVA!

“Quem mexeu no meu queijo?”, de Spencer Johnson – co-autor de “O gerente-minuto” com Kenneth Blanchard – é uma parábola simples que revela verdades profundas sobre mudança. É uma história divertida e esclarecedora sobre quatro personagens (dois ratos e dois humanos, do mesmo tamanho dos roedores), que vivem em um labirinto em eterna procura por queijo, que os alimenta e os faz feliz. O sucesso da obra é tão grande que já deu origem a um desenho animado e a uma versão para crianças.

O “Queijo” é uma metáfora para o que queremos ter na vida: seja um emprego, um relacionamento, dinheiro, uma casa grande, liberdade, saúde, reconhecimento, paz espiritual ou até mesmo uma atividade como corrida ou golfe. Cada um de nós tem a sua própria ideia do que é um Queijo, e o procuramos porque acreditamos que nos fará felizes.

Se o obtemos, freqüentemente ficamos ligados a ele. E se o perdemos, ou se nos é tirado, isso pode ser traumático. O “Labirinto” na história representa onde você gasta tempo procurando o que quer. Pode ser a organização em que trabalha, a sociedade em que vive ou os relacionamentos que tem em sua vida.

Todos nós trabalhamos e vivemos em tempos de mudança, e por isso estão sempre mexendo no nosso “Queijo”. Nos negócios, as empresas familiares acabaram. Essas empresas queriam lealdade; as de hoje precisam da sua ajuda, de pessoas flexíveis no que diz respeito a “como as coisas são feitas por aqui”.

A adaptabilidade às mudanças é uma condição indispensável para a sobrevivência de pessoas e organizações, e mais ainda para seu sucesso na economia global de hoje. Quem consegue se adaptar é recompensado. As situações inesperadas – no trabalho ou na vida – podem ser estressantes, a menos que você tenha um modo de encará-las que o ajude a compreendê-las, que é o que faz a história do “Queijo”..

À medida que você for virando as páginas, verá que o livro se divide em três partes. Na primeira, “Uma reunião”, antigos colegas de turma falam em uma reunião de sua classe sobre a tentativa de lidar com as mudanças que estão ocorrendo em suas vidas. A Segunda é “A História de Quem mexeu no meu Queijo?”, a parte central do livro. E na terceira, “Um debate”, várias pessoas discutem o que tiraram de “A história”, e como planejam usá-lo em suas vidas.

Alguns leitores do manuscrito deste livro preferiram parar no final de “A história” e buscaram interpretar sozinhos os seus significados. Outros leram “Um debate” até o final, porque isso estimulava seu pensamento a respeito de como poderiam aplicar o que haviam aprendido.

Seja como for, sempre que você reler “Quem mexeu no meu Queijo?”, vai encontrar algo novo e útil no livro. Isso vai ajudá-lo a lidar com as mudanças e a ter sucesso, independente do que o sucesso represente para você.

Até a próxima!




PS: Aos que gostam de carnaval, aproveitem bem. Reza a lenda que o ano começa, de fato, depois da folia (para mim, particularmente, 2010 já começou faz tempo). Então...

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