quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Cuidado com o que fala – e o que promete – em 2010







Olá amigos, tudo bem? Dizem que, se conselho fosse bom, a gente não dava; vendia. Se, no post anterior,  disponibilizei a minha matéria com 10 ideias para ser feliz em 2010, permitam-me agora uma outra sugestão, bastante útil àqueles que querem se sobressair neste ano: pense muito bem antes de dizer alguma coisa, para não sair falando bobagem por aí ou prometer algo que não poderá cumprir. Uma frase impensada ou, pior ainda, a expressão de um ponto de vista pode ter consequências catastróficas.

Que o diga o jornalista Boris Casoy. “Que m...: dois lixeiros desejando felicidades do alto da suas vassouras. O mais baixo na escala do trabalho". A frase do âncora do "Jornal da Band" vazou acidentalmente durante a transmissão do jornal no último dia de 2009. No dia seguinte, diante da estrondosa repercussão, o pedido de desculpas. Mas, como diria o ditado: “a emenda ficou pior do que o soneto”. Pegou mal.

Outro caso: lembram do clássico “relaxa e goza” da então ministra Marta Suplicy? Ou então do parlamentar que não estava nem aí para a opinião pública? Diante de tantos absurdos e, principalmente, de tanta sujeira na política, o brasileiro extravasa sua indignação com bom humor. Circula na internet uma piada informando ao Osama Bin Laden que o Brasil também tem duas torres (fazendo referência ao prédio do Congresso Nacional). Já postei essa foto AQUI.

Muito comum em ano de eleição, outra bobagem freqüente são as promessas feitas pelos políticos (pelo menos, parte deles). Como num passe de mágica, em época de votação, eles são acometidos por um surto de bondade e, subitamente, as necessidades dos leitores transformam-se em prioridade. E, como por milagre, tudo volta ao normal quando o pleito se acaba.

Por tudo isso, um conselho: cuidado com o que fala ou com o que promete. No caso do Boris Casoy, o respeito que eu – assim como muitos outros milhares de brasileiros – tinha pela sua trajetória foi para o lixo. Fazendo uma alusão ao seu bordão, esse tipo de preconceito velado “é uma vergonha”. Se você é político, a consequência pode ser mais enfática: você pode ter que cumprir o que prometeu. Já pensou?

E é nesse clima que eu encerro este  texto,  desejando que, neste ano, aprendamos com os erros do passado e mudemos nossas atitudes, sempre lembrando de um verso de uma das músicas mais conhecidas de Roberto Carlos: “daqui pra frente, tudo vai ser diferente...”

Desejo a todos uma ótima leitura!

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

10 ideias para ser FELIZ em 2010





Início de ano é tempo de reflexão. Uma época em que as pessoas tendem a repensar suas atitudes e comportamentos, simultaneamente à renovação de suas esperanças em um futuro melhor e a crença na realização de seus desejos. Não importa se a meta é simples ou complexa, ousada ou modesta, a sensação de conseguir aquilo que se almeja normalmente vem acompanhada de outro sentimento: a felicidade.

Em muitos casos, ela está mais perto do que se imagina: pequenas atitudes são capazes de provocar grandes transformações. Nesta primeira edição de 2010, Regional conversou com dez pessoas que aceitaram compartilhar conosco ideias simples, mas que fazem a diferença e podem ajudá-lo nessa busca. Afinal, já dizia Fernando Pessoa: “não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário”...


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Transcrevo acima o início do texto "Procura-se a felicidade", publicado na Revista Regional de janeiro, que está circulando desde a semana passada. Para ler a íntegra da matéria, acesse o site da publicação, ou, se preferir, baixe a versão em pdf ( via Rapidshare, basta clicar em FREE USER quando a tela se abrir).

Então é isso!!!

Abraços, 


terça-feira, 5 de janeiro de 2010

O galã e o sacerdote estão na ZZZ de dezembro. Em comum, o nome: Fábio









Foto: Lívio Campos


Queridos amigos, 2010 já começou - e tomara que seja um ano fantástico para todos nós - mas ainda vale a pena comentar a edição de dezembro da ZZZ. Como esta é uma época em que tradicionalmente as pessoas refletem sobre suas vidas, fomos atrás de uma mensagem bacana do PADRE FÁBIO DE MELO.

Apesar de ser considerado um fenômeno da evangelização pela arte - com mais de 700 mil cópias, o álbum “Vida” foi o disco mais vendido no Brasil em 2008 - o sacerdote faz questão de reafirmar que o seu propósito principal é a evangelização.

Ao mesmo tempo, faz questão de ser contemporâneo: ele deseja se aproximar dos fiéis, indo além do discurso de sacristia,  mas recusa o rótulo de artista. Descubra como ele consegue isso lendo a íntegra da entrevista, disponibilizada logo abaixo. Concedida via e-mail, ela foi resultado de alguns meses de insistência com o pessoal da produção (que também é muito gente boa).


Algumas páginas antes, você pode ler a reportagem sobre a carreira do FÁBIO JR. Com quase quarenta anos de carreira, o eterno galã  esteve em Sorocaba no final de outubro e enlouqueceu as mulheres que estiveram presentes no show. 


A receita do sucesso? Fábio conta na matéria. Mas não para por aí: longe das novelas desde 1998, o cantor explica os motivos de seu afastamento e ainda fala sobre o repertório do CD "Romântico", que chegou as lojas recentemente, em que ele interpreta clássicos... sertanejos. Sim!!! Você NÃO leu errado caro leitor. Sim, isso é possível.


Para saber mais curiosidades, basta fazer o download do arquivo. Por último, vale a ressalva: minhas expectativas para 2010 são as melhores possíveis e, no que depender de mim, ainda vem muita coisa bacana por aí...


Então, é isso. Clique para baixar a entrevista com:


- o Padre Fábio


- o Fábio Jr.


Até mais!



quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Então é Natal...



 



“Então é natal / e o que você fez? / o ano termina / e nasce outra vez”. A letra dessa tradicional música natalina nos leva a uma reflexão: o que fizemos de bom nesse ano que passou? Há motivos para comemorar? Pare para pensar por um momento e faça um balanço de tudo o que aconteceu neste ano.

Ao invés de se lamentar por aquilo que ainda não conquistou, procure valorizar as oportunidades que surgiram em seu caminho e reconheça as coisas boas que aconteceram. Numa época em que as pessoas renovam as suas promessas, na esperança de terem seus pedidos atendidos, é importante saber agradecer, afinal, já fomos abençoados com o dom da vida.

E, cá entre nós, não existe presente mais precioso. Viver é um turbilhão de emoções, mas fazer com que essa experiência valha a pena só depende de cada um de nós. Se o mundo está ruim, podemos ajudar a melhorá-lo. Para isso, basta fazer com que o espírito de Natal perdure o ano inteiro ou, em outras palavras, exercite a paz, amor, solidariedade e perdão não apenas nessa época.

Lembre-se que, acima de tudo, a data celebra o nascimento de Jesus Cristo. É tempo de presentear as pessoas com as quais convive com um belo sorriso ou um gesto de carinho e fazer o bem; seja o papai Noel de alguém. Pequenas ações somadas geram uma grande transformação, mas a principal mudança deve ser a interior.

Aproveite esta época do ano e livre-se dos velhos hábitos. Uma jovem, que entrevistei para uma matéria recente, parece ter a receita. Ela diz que “é preciso abrir ao novo e a provar de tudo com os olhos bem abertos, para não perder um detalhe ou minuto sequer. Você pode descobrir facetas tuas que até então pareciam improváveis, e tonalidades no mundo que não existem na tua caixinha de lápis de cor”. Poético, mas absolutamente verdadeiro.

E é nesse clima de otimismo e esperança que me despeço de 2009.  A vocês, caros leitores que me acompanharam neste ano, um obrigado verdadeiro e a certeza de que continuaremos juntos em 2010, falando sempre de tudo um pouco.

Que Deus ilumine nossos corações e nos provenha de sabedoria para que façamos as escolhas certas. O ano que começa tem tudo para ser melhor, mas não se esqueça: fazer disto uma realidade só depende de você. Não espere que as coisas “caiam do seu”. Corra atrás e faça valer os seus direitos: não desista nunca!


quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Regional em clima de Natal... com gostinho de saudade!




Olá, meus caros, tudo bem? Passou muito rápido, mas o fato é que na semana que vem todos estaremos reunidos novamente para celebrar o nascimento de Cristo. E a verdade é que esse clima de Natal contagiou toda a equipe da Revista Regional, que decidiu presentear os leitores com uma superedição comemorativa, com 160 páginas.
A este jornalista que vos escreve, coube a missão de mostrar a celebração pelo mundo. Para isso, conversei com brasileiros que hoje vivem em vários cantos do planeta: Nova Zelândia, Tailândia, França, Itália e Japão. 
Além de expressar a enorme saudade que sentem da família e dos amigos, nossos entrevistados revelaram como é o Natal nesses países, como no Japão, onde a data é lembrada apenas de forma comercial. 
Em "Vida", discute-se a importância da solidariedade. Você já pensou que doando um pouquinho de si próprio é possível mudar para melhor alguma coisa no mundo? Seja despertar um sorriso, salvar uma vida ou alimentar um faminto. Descubra como é fácil se doar, seja de maneira voluntária e assistencial ou de forma material.
Na capa, um editorial exclusivo sobre “crenças”. O conceito de dualidade se fez presente na maioria dos looks, fotografados por Geraldo Betiol na pequena capela da Fazenda do Chocolate, em Itu. Outro destaque da edição é uma viagem ao Santuário de Fátima em Portugal. Então, chega de papo, certo? Clique aqui para ler a matéria de Natal no mundo - e aproveite para conhecer o site e navegar pelas outras editorias - ou, se preferir, baixe a versão em pdf.


Até mais!!!



(*) com informações do editorial da Revista

                                                                                                                         

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Carpe Diem




Foto: Sxc.hu


*** ALERTA: SE ESTIVER DE DIETA, NÃO LEIA ESSE TEXTO. ESTE BLOG NÃO SE RESPONSABILIZA PELAS CONSEQUÊNCIAS  ***

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Olá meus caros! Escrevo este texto depois de saborear o último pedaço de um bolo vendido numa padaria REALmente fantástica daqui de Sorocaba (entenderam o jogo de palavras?, risos): o tal tem cobertura e recheio de chocolate preto e branco, mesclados com uma fina camada de limão, enfim, vocês não imaginam como era bom... (PS: Não deu tempo de tirar foto, então eu recorri à um banco de imagens). Mas como eu não quero ser cruel com os nobres leitores, vamos ao assunto que realmente interessa.

O objetivo dessa introdução foi tentar dar um exemplo prático de um comportamento comum a maioria das pessoas: as situações são mais intensamente aproveitadas quando estão perto do fim. Assim, o último pedaço de bolo é sempre o mais gostoso, o último dia de viagem é sempre o melhor, a parte final de um show é a mais interessante...

Proponho aqui um exercício de reflexão para tentar entender o porquê isso acontece, tendo em vista que os ingredientes do bolo são os mesmos qualquer que seja a fatia, as atrações de um local e os artistas no palco idem. Talvez o fato de que esses momentos deixam sempre um gosto de “quero mais” seja uma das explicações. Outra teoria que podemos destacar é a de que o ser humano só descobre a verdadeira dimensão de uma determinada coisa quando ela acaba.

Já repararam nisso? A esmagadora maioria das pessoas passa a dar mais valor àquilo que não possui mais. Quer um exemplo? Já que estamos desse assunto... o sujeito vai numa festa e não experimenta o bolo por estar satisfeito. No dia seguinte, a cobertura não sai dos pensamentos do indivíduo.

Para que não me acusem de só falar de deliciosas tentações hoje, vou usar outra situação para ilustrar o que digo: geralmente, quando está sem trabalho, a pessoa consegue “enxergar melhor” alguns aspectos positivos relacionados ao seu antigo emprego, seja pela garantia dos depósitos mensais na conta, pelos amigos que fez no local, pelas coisas que aprendeu...

Perto do fim, algumas observações: a vida é um ciclo e, como tal, ele sempre recomeça. O bolo acabou, mas dali a poucos instantes você pode ir comprar outro. Você volta de viagem, mas sua cabeça já está pensando no seu próximo destino. Mas, se ainda sim, me permitem um conselho, lá vai: se inspirem na filosofia “Carpe Diem”, ou seja, usufruam cada momento como se fosse o último, seja feliz hoje, não espere pelo amanhã.

Também não vale ficar só reclamando: aproveitem todas as oportunidades que aparecerem em seus caminhos. A história da sua vida é você quem escreve e só depende de ti fazer com que ela valha à pena!

terça-feira, 17 de novembro de 2009

DICA DE FILME: DESEJO E REPARAÇÃO


Os protagonistas James McAvoy e Keira Knightley





Amigos, como estão? Hoje, neste espaço, vou, mais uma vez, comentar e indicar um filme, diga-se de passagem, um dos melhores que já assisti: trata-se de “Desejo e Reparação” (Atonement, Reino Unido/ França, 2007). Adaptação do best seller “Reparação”, de Ian McEwan, o longa-metragem é o segundo trabalho de Joe Wright como diretor – o primeiro foi “Orgulho e Preconceito (2005) – e sagrou-se vencedor do Globo de Ouro no ano passado, na categoria drama.

Na década de 30, somos apresentados a Briony Tallis – no decorrer da história, o papel é interpretado por três atrizes, demarcando as diferentes fases da vida (infância, juventude e velhice): Romola Garai, Saoirse Ronan e Vanessa Redgrave, respectivamente – e toda a sua família.

Aos 13 anos, a garota tem uma imaginação fértil, típica de quem adora escrever estórias. A personagem assiste aos acontecimentos do mundo adulto e os interpreta de maneira bastante peculiar. Algumas situações são mostradas mais de uma vez: primeiro, sob o ponto de vista de Briony, depois, dentro do contexto em que aconteceram. Este “jogo” com o espectador é um dos pontos altos do filme: “Desejo e Reparação” fala sobre os mundos que criamos em nossas mentes e como essas imagens são capazes de mudar destinos, nem sempre para um melhor futuro.

Na noite em que seu irmão mais velho regressa à família, junto com um amigo, é oferecido um jantar em comemoração à volta dele. Enquanto todos os convidados – ou, pelo menos, a maioria deles – estão à mesa, a melhor amiga de Briony é violentada. O depoimento da jovem escritora mudaria para sempre a vida de todos os personagens: ela acusa o filho da governanta, Robbie Turner (James McAvoy), que, na verdade, é o amor secreto de sua irmã Cecília (Keira Knightley). Pouco tempo antes, Briony os flagraria entregues ao desejo na biblioteca, em seu primeiro e único momento de amor até então.

Assim, Turner é preso e depois se torna combatente de guerra. Já aos dezoito anos, Briony se dá conta da dimensão do seu ato e arrepende-se por ter tirado de sua irmã a chance de viver um grande amor. Mas a culpa pelo falso testemunho a atormentará até que o momento em que ela finalmente encontra uma forma de reparar o seu erro. Resta saber se, mesmo com sua redenção, os outros personagens conseguirão ser felizes.

Com um final surpreendente, “Desejo e Reparação” também vale pelas belas atuações e por sua fotografia, que vai ficando mais sombria à medida que a película retrata os horrores da guerra. Em alguns momentos, a trama se desenrola num ritmo mais lento – se você está acostumado com a dinâmica dos filmes de ação, pode ser que estranhe um pouco – mas, mesmo assim, a indicação vale muito à pena. 



Então vamos combinar uma coisa? Depois de dar uma zapeada nos outros posts dest blog, vá até uma locadora e prepare a pipoca: tenha certeza de que você não vai se arrepender.

Até a próxima!



(*) Ligeiramente adaptado da versão publicada na coluna "De tudo um pouco", assinada por mim, no Jornal do Povo de Ibiúna.

sábado, 14 de novembro de 2009

Iniciando uma nova aventura




Olá amigos, tudo bem? Já há alguns dias estou para escrever este post, mas, devido à uma série de fatores externos, só agora pude fazê-lo. Neste novembro começa uma nova aventura na minha carreira: minha parceria com o pessoal da Editora Clipping, que começou, coincidentemente, com o lançamento da ZZZ agora se estende também à Revista Regional, publicação que há quase sete anos circula nas cidades de Salto, Itu e Indaiatuba e é a maior revista mensal daquela região. 
E para uma estreia em grande estilo eu escolhi "percorrer o mundo" junto com os adeptos do turismo backpacker. Num primeiro momento, o nome pode lhe soar estranho, mas tenha certeza de que você pelo menos já ouviu falar deles: os chamados mochileiros, que dispensam o luxo e o conforto oferecidos pelas agências de turismo para fazer uma viagem sem roteiro e conhecer "in loco" a cultura dos lugares que visitam.
Vamos conhecer a história de quatro deles: Evandro, Maicon, Renan e Silnei. Quatro pessoas que levam a sério os ideais de "liberdade e aventura" e tem boas lembranças de suas viagens. Ao mesmo tempo, se você é daqueles que tem vontade de viver essa experiência, mas nunca colocou seu desejo em prática, preparamos uma espécie de "manual da sobrevivência" com todos os cuidados dos quais é importante se cercar antes e durante a viagem.
Afinal das contas, como bem definiu o Evandro, "viajar sempre vale a pena, mesmo com todos os perrengues enfrentados". Curtiram? Então chega de papo. Para ler a matéria na íntegra clique AQUI, ou, se preferir, baixe o arquivo em pdf. No site estão disponíveis as principais reportagens desta edição, que, por sinal está bem variada: além de viagens, fala dos cuidados com o salto alto e dá dicas de como fugir da rotina. Mas isso é só um aperitivo do que você encontra nas 128 páginas da Revista.
E o que me deixa mais feliz nessa história é que ela está só começando. Em dezembro tem mais Regional!!!


Boa semana!!!

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Ivete Sangalo, Turismo e Mercado Livre (DA SÉRIE RECORDAR É VIVER)

Olá meus amigos. Estava eu buscando temas interessantes para futuras pautas no Google quando, dentre os resultados da pesquisa, um anúncio no Mercado Livre me chamou a atenção:


 




Não estão entendendo? Calma que eu explico! Embora eu seja fã do trabalho da Mama Bozolina  - só aqueles que a seguem no Twitter vão entender a referência - mais conhecida pelo grande público como Ivete Sangalo, não foi este o motivo que mais me chamou a atenção (todavia, certamente, foi a principal motivação da pessoa que postou o anúncio). Ainda que eu seja usuário do site, nunca efetuei nenhuma transição, por isso meu objetivo também não é fazer propaganda. E não, eu não tenho NENHUMA ligação com a pessoa que deseja negociar o exemplar.


Já sei: consegui deixá-los mais curiosos... (ou confusos, como queiram). Talvez a próxima informação embole ainda mais o meio de campo: por que uma pessoa, em seu juízo perfeito, deveria pagar R$ 10,00 por uma revista "em bom estado, com desgaste de manuseio" se, à época de sua circulação o preço do exemplar nas bancas era R$ 5,90? Incoerente pagar mais caro por um produto usado do que por um novo, certo? Bem, isso depende do ponto de vista de cada um.


Para este jornalista que vos fala, esta edição da "É domingo" não tem preço:  nela, foi publicada a minha primeira matéria como profissional. A chance me foi dada pela então editora-chefe do veículo, Valentina Nunes, que havia sido minha professora na graduação. O tema: turismo e internet. O objetivo principal era demonstrar como a rede mundial vem adquirindo função cada vez mais significativa no planejamento de viagens. Na outra ponta, como é possível conhecer lugares sem sair de casa.


Naquela época, as coisas na revista já não iam bem. Inicialmente, a matéria estava prevista para a edição de abril, mas só foi publicada dois meses depois (junho). Nesse intervalo de tempo, a periodicidade mudou: de semanal para mensal. Mal eu poderia esperar que, após a edição de julho, as atividades seriam encerradas. Pouco tempo depois, minha carreira tomaria um novo rumo, mas isso é assunto para um outro post.


Se você ficou curioso para ler a matéria sobre turismo virtual, clique AQUI para baixar o arquivo. Mas, se por outro lado, você está quase me abandonando, dê-me uma última chance para contar um "causo" sobre essa apresentação da Ivete:  a reportagem de capa - feita pelo meu amigo Giovani Hamada - tinha  como objetivo divulgar o show que ela faria na cidade. Decidi ir SOMENTE no dia da apresentação. Ingressos esgotados. Depois de conseguir carona com a minha amiga Ana Laura, comprei o meu de um cambista, aos 45" do segundo tempo.


Quando chegamos, o local já estava absolutamente lotado e utilizamos uma entrada diferenciada. Resultado: a organização nem pediu nossos ingressos, mas, em contrapartida, nos colocou no camarote (se o esclarecimento se fizer necessário, eu sou cadeirante), coincidentemente, ao lado do pessoal da revista, que havia comprado um espaço. (SIM, eu havia feito uma tentativa mais cedo, mas não havia mais lugares).


Eu e minha amiga Ana conseguimos dois exemplares da revista, mas voltaríamos para casa apenas com um. Ao final do show, Veveta anunciou que receberia alguns fãs, e com a ajuda preciosa de dois seguranças, lá fomos eu e Ana - de encontro à multidão - em direção ao camarim. Algumas razões impediram a minha entrada, mas Ivete se comprometeu a fotografar com todos os deficientes que estavam a sua espera na saída.


E assim o fez. Quando veio falar conosco, autografou o exemplar da Ana, enquanto eu a presenteei com o outro. Foi um encontro rápido, mas posso dizer  com orgulho que, naquele 6 de julho de 2007, eu fui a última pessoa com a qual Ivete conversou antes de deixar a Uniso. Depois de nos atender, ela foi direto para o carro que a esperava.


Ah, antes que eu me esqueça, eis a foto do nosso encontro:








Essa que está com a cabeça cortada é a Ana (risos)... A falha de enquadramento foi da Veveta, foi ela mesma quem bateu a foto.  Para não cometer mais essa injustiça, segue abaixo uma foto dela. Boa semana!





quinta-feira, 29 de outubro de 2009

A primeira impressão é a que fica?




Foto: Silnei Andrade


Bem amigos, tudo bem? Começo este texto de um jeito à la “Galvão Bueno” e, antes de revelar-lhes o tema que escolhi para hoje, uma pesquisa rápida: o que estão achando dos devaneios deste humilde jornalista que vos escreve? Gostando? Não? Enfim... qual a primeira impressão que tiveram? E a segunda?...
Poderia gastar uma infinidade de caracteres com outras tantas perguntas, mas não é este meu objetivo principal. A ideia aqui é discutir o fundamento de um dos mais conhecidos ditados populares: será que a primeira impressão realmente é a que fica? Se essa mesma pergunta fosse feita a mim, com toda certeza eu diria àquele que me questiona: “nem sempre”. Ao pararmos para refletir por um momento, veremos que não é tão difícil assim chegar a esta conclusão.
Primeiro porque a maioria das pessoas adora tirar conclusões precipitadas sobre determinados temas e também sobre outras pessoas. É o caminho mais fácil. Alguns, inclusive, se comportam como se fossem especialistas nos mais diversos assuntos, e a partir disso, passam a julgar o comportamento / aparência / atitude dos demais sem conhecê-los. Embora intrínseco do ser humano, não deixa de ser “perigoso” e, em alguns casos, uma grande bobagem.
Querem dois exemplos clássicos? Vamos a eles: ouvintes de determinado programa de rádio tendem a “idealizar” a aparência de um locutor, baseados em seu timbre de voz e estilo de narração: mais descontraído, sério, etc. Assim, quando se descobre que o cara “alto, moreno e de olhos azuis” que te faz companhia todos os dias, é, na verdade, gordinho e baixinho, a frustração é quase que inevitável.
Outra situação bastante comum em diversos estabelecimentos: o atendimento dispensado a um determinado cliente varia conforme a roupa que ele usa. Certos vendedores agem como se o extrato bancário estivesse impresso no vestuário do freguês. E arrisco fazer uma constatação, por experiência própria: quando vão a uma loja, as pessoas mais humildes estão realmente decididas a comprar alguma coisa (em muitos casos, com pagamento a vista); não querem só ficar olhando.
Faço uma pausa agora para recorrer a outro ditado popular: “não atire pedras se você tem o telhado de vidro”. Por isso, vou contar-lhes um “causo” que aconteceu comigo. Uma vez fui a um show de uma banda acompanhado de amigos. Chegando lá, uma segurança não queria permitir que ninguém da minha turma ficasse ao meu lado na área vip. Lembro-me que, em pensamento, roguei pragas a coitada até sua última geração (risos). Não me recordo exatamente como esse impasse foi solucionado, mas o fato é que, algumas horas mais tarde, a interferência dessa mesma segurança foi crucial para que eu fosse recebido no camarim e conhecesse meu ídolo. A você que me deu essa força, Deus a abençoe!
Essa história é apenas mais um indício de que a primeira impressão que temos sobre algo ou alguém sempre pode mudar. Ou quase. Assistir a transmissões esportivas comandadas pelo Galvão Bueno é – e sempre será – um porre. Entra ano e sai ano, sua torcida e empolgação exageradas para o RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRubinho e para o RRRRRRRRRRRonaldo, antes de patrióticas, são uma rasgação de seda extremamente chata e dispensável. Boa leitura e até a próxima!

(*) texto publicado originalmente na coluna "De tudo um pouco" - assinada por mim - no Jornal do Povo, de Ibiúna.


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