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terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Xuxa na Revista Regional


Crédito: Blad Meneghel / Divulgação

Diz o ditado popular que, quem foi rei, nunca perde a majestade. Quem foi Rainha, também não. Como diz a letra da canção, a gaúcha Maria da Graça Xuxa Meneghel marcou um X no coração de milhões de fãs – especialmente daqueles que a acompanham desde o seu “Xou”– e, mesmo após quase trinta anos de carreira, ainda provoca um tumulto considerável por onde passa.

Com uma trajetória tão longeva, é natural que a apresentadora tenha enfrentado altos e baixos. Mas as conquistas são infinitamente mais significativas do que os percalços do caminho. No auge de seu sucesso, Xuxa tornou-se um fenômeno internacional, arrebatando uma legião de fãs em outros países da América e Europa, tais como Argentina, Chile e Espanha.

Longe da TV aberta desde janeiro, por conta de uma sesamoidite – inflamação no osso do pé, que a obriga a fazer uso de uma bota ortopédica – a loira aproveita a pausa forçada para se dedicar aos seus outros projetos, como a Casa X – franquia no ramo de buffet infantil – a 13ª edição do Xuxa Só Para Baixinhos e a Fundação Xuxa Meneghel, que comemora 25 anos em 2014.

Até que esteja liberada para voltar à TV Globo, os fãs podem matar as saudades acompanhando a reprise do “Planeta Xuxa” – originalmente exibido entre 1997 e 2002 – no Canal Viva. E a julgar pela estrondosa repercussão nas redes sociais, não são poucos os que sentem a sua falta e torcem para que ela se recupere logo.


O lado bom é que, com mais tempo livre, Xuxa conseguido ficar mais próxima de seus fãs, seja por meio de seu perfil oficial no Facebook ou pelas entrevistas que ela concede, como agora, quando ela atendeu a este jornalista por e-mail. A íntegra da entrevista - publicada na edição de dezembro / 2014 de Revista Regional - pode ser lida AQUI.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Especial: O Futuro que nos Espera









Nesta reportagem especial, resolvemos dividir com os leitores o nosso fascínio diante de algumas descobertas científicas recentemente anunciadas que, por sua vez, abrem caminho para outras conquistas.

Um cenário extremamente próspero também se deve, em grande parte, ao avanço da tecnologia. Tão rápida evolução, sinaliza, de maneira consistente, que alguns dos grandes sonhos acalentados pela humanidade estão próximos de se tornarem, ao menos, possíveis em médio prazo. Em alguns casos, inclusive, há uma data prevista para que eles se transformem em realidade: o desejo do neurocientista brasileiro Miguel Nicolélis é que uma criança paraplégica ou tetraplégica dê o pontapé inicial no jogo de abertura da Copa 2014, que acontecerá em 12 de junho daquele ano,em São Paulo.

Para alcançar este objetivo aparentemente audacioso, o neurocientista revelou – em entrevista ao programa “Fantástico”, da Rede Globo – que parte do pressuposto de que máquinas podem ser controladas apenas com a força do pensamento. Com o auxílio de sua equipe na Universidade de Duke, ele desenvolveu o protótipo de um exoesqueleto, que o usuário deverá vestir. Por meio de sensores, batizados de eletrodos, que penetram cerca de três a cinco centímetros no cérebro, o paciente irá comandar os movimentos da roupa-robô.

Tais informações serão enviadas para um chip – semelhante ao de um telefone celular – implantado no crânio. Em seguida, entram em ação mais chips, também embutidos, com uma função primordial: transformar os sinais cerebrais em ordens para o chamado exoesqueleto. Tais comandos serão transmitidos a uma antena, presa à cintura do usuário. Fanático pelo esporte, Miguel enfatiza que, embora esta seja apenas uma demonstração – mesmo que a experiência seja feita com sucesso, é apenas uma das fases da pesquisa – a data foi escolhida propositalmente, para chamar a atenção do mundo.

Ao projeto “Walk Again” – cuja tradução equivale a “andar de novo” – somam-se outros avanços igualmente significativos, que mais do que elevar nosso otimismo, reforçam a certeza de que este é apenas o início de um período marcado por grandes transformações, diretamente atreladas ao desenvolvimento tecnológico. No site da revista (se preferir, baixe o arquivo em pdf), descubra o que o futuro nos reserva em diferentes áreas do conhecimento, a partir da análise de renomados especialistas, que prontamente atenderam ao convite de Revista Regional.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Marjorie Estiano: talento para ver, ouvir e apreciar


Rede Globo / João Cotta




Já em sua estreia na televisão, a paranaense Marjorie Estiano demonstrava que tinha um futuro promissor. Ao dar vida à baixista Natasha em “Malhação” – em uma das temporadas de maior sucesso do seriado – ela conquistou o público, que se encantou não apenas por sua atuação, mas também por sua voz. Quando deixou o elenco da novela teen, não demorou para que a atriz alçasse vôos mais altos, participando de três novelas das 21h entre 2006 e 2009.

Depois do sucesso em “A Vida da Gente”, encarnando a doce Manuela, Marjorie está de volta ao horário das 18h em “Lado a Lado”, a primeira produção de época da qual participa. Na trama – escrita por Cláudia Lage e João Ximenes Braga – ela dá vida à Laura, que formou-se professora sob o olhar atento e reprovador de sua mãe, a ex-baronesa de Boa Vista, Constância Assunção (Patrícia Pillar). Apesar de nascida em berço de ouro, possui mentalidade à frente de seu tempo e vai lutar para poder trabalhar fora e expressar suas ideias, a exemplo de feministas pioneiras do Brasil, que, aliás, serviram de inspiração para a personagem.

Paralelamente ao trabalho como atriz, a jovem investiu na carreira musical, impulsionada pelos hits que entoava em “Malhação”. De lá para cá, já foram lançados dois CDs (“Marjorie Estiano” e “Flores Amores e blá blá blá”) e um DVD (“Marjorie Estiano – Ao vivo”), que juntos venderam mais de 400 mil cópias. Com facilidade para trafegar por diferentes estilos musicais – ela já fez releituras bem peculiares de canções consagradas, como “Perigosa”, de Nelson Motta, e “Ta hi”, interpretada pela “pequena notável” Carmem Miranda – a cantora está escolhendo o repertório de seu próximo álbum.

Mas os fãs vão ter que esperar um pouco: na melhor das hipóteses, o CD só será lançado quando “Lado a Lado” terminar, “pois o propósito do trabalho com a música é fazer shows e isso torna-se inviável durante a novela”, admitiu Marjorie em entrevista exclusiva, concedida por telefone, à equipe de Regional. Durante o bate-papo, ela explica como se preparou para a personagem, fala de seus projetos no teatro e faz uma revelação que pode surpreender: a estrela não tem “o menor interesse” em participar de projetos que unam música e dramaturgia. Mas, de qualquer forma, a versatilidade de Marjorie é digna de aplausos. É um talento para ser visto, ouvido e apreciado, na televisão, nos palcos e também no site de Regional. Clique para ler a entrevista na íntegra ou, se preferir, faça o download da versão em pdf.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Hoje tem palhaço? Tem, sim senhor!


Irineu Guerreiro Jr, o Palhaço Bang




Assim como seres encantados, personagens folclóricos, super-heróis e vilões, eles marcaram a infância de muita gente. Seja no picadeiro, em uma festa ou até mesmo no hospital, os palhaços têm a nobre missão de levar alegria por onde passam. Por outro lado, o fascínio por essa figura desajeitada e de alma pura não fica restrito àqueles que assistem a uma apresentação, e contagia também os seus intérpretes. Isto porque, mais do que a maquiagem, roupas coloridas e o inconfundível nariz vermelho, é preciso uma boa dose de sensibilidade para conquistar o público.

Mas eles dificilmente perderão o seu encanto, pois nos transportam de volta a um mundo do faz-de-conta, onde tudo é alegre e colorido, que todos nós fatalmente abandonamos quando as responsabilidades da vida adulta começam a aparecer. Mas é possível voltar para este lugar, a qualquer momento. Basta que alguém nos lembre que ele sempre existirá, dentro dos nossos corações. Leia a íntegra desta reportagem especial no site de Regional (clique AQUI) ou, se preferir, baixe o arquivo em pdf.




terça-feira, 9 de outubro de 2012

Reportagem especial desvenda o enigma da felicidade



Ao longo de nossa existência, diversas questões existenciais despertam a curiosidade dos seres humanos. Quem somos? De onde viemos? Existe vida após a morte? Em meio a tantas dúvidas – e poucas conclusões precisas, diga-se de passagem – não parece precipitado concluir que talvez as respostas mais buscadas estejam relacionadas a um mesmo tema: a felicidade. O que é a felicidade? Onde encontrá-la? Pessoas que têm dinheiro são mais felizes do que aquelas que não possuem tantos recursos?

Compreender a razão de tamanho interesse é relativamente simples: a felicidade é o nosso combustível; aquilo que nos motiva a “viver tudo que há para viver”, assim como sugeriu Lulu Santos nos versos da canção “Tempos Modernos”. Por causa dessa busca, as pessoas compartilham suas experiências, fazem planos, promessas, riem, festejam, se divertem e, não raramente, choram e até brigam. Tentar explicá-la é uma tarefa complexa, mas as histórias de gente assumidamente feliz e as descobertas da ciência podem nos fornecer pistas importantes, na tentativa de desvendar o enigma daquilo que muitos julgam ser “o tesouro perdido”.

E, se até algum tempo atrás o estudo do tema era feito predominantemente pela psicologia, observa-se que, nas últimas duas décadas, em especial, uma nova configuração vem se desenhando: cada vez mais, a felicidade vem se tornando um objeto de estudo interdisciplinar. Isso significa que outras áreas do conhecimento – como, por exemplo, a neurociência ou a economia – aderiram a um mecanismo aparentemente contraditório, porém absolutamente natural: ao mesmo tempo em que se questiona sobre a felicidade, esperam nela encontrar respostas.

As motivações, embora sejam distintas, acabam se complementando: o psicólogo quer entender o que o ser humano sente, o economista quer saber a que o indivíduo dá valor, o neurocientista quer descobrir como o cérebro humano reage a recompensas. A proposta desta reportagem de Revista Regional –    cuja íntegra está disponível AQUI. Se preferir, faça o download do arquivo em pdf – pode até ser menos ousada, mas é igualmente nobre: convidamos a todos a fazer uma reflexão sobre o ideal de felicidade, com base no depoimento de renomados especialistas, afinal de contas, já disse Mário Quintana sobre o tema: “Quantas vezes a gente, em busca da ventura / Procede tal e qual o avozinho infeliz / Em vão, por toda parte, os óculos procura / Tendo-os na ponta do nariz!”.

sábado, 4 de agosto de 2012

Conheça o projeto "Histórias de Alice"



Foto: Franco Hoff

Era uma vez “Alice”, que viajou por um país fantástico, encontrou criaturas especiais e viveu muitas aventuras. Ao contrário do que possa parecer, não estamos falando da personagem imortalizada por Lewis Carroll em suas obras. Contudo, assim como a garota que persegue o Coelho Branco e acaba caindo em sua toca – dando início a uma série de descobertas – a protagonista desta reportagem tem lá suas peculiaridades, que merecem ser ressaltadas. 


Com muitas histórias para contar, ela possui quatro rodas e é, ao mesmo tempo, sala, cozinha, quarto e banheiro. A esta altura, o leitor mais atento já deve ter percebido que nossa Alice não é exatamente um ser humano, embora, não raras vezes, tenha sido tratada como um por seus “pais”. Tão pouco esteve no País das Maravilhas, mas nem por isso a nação pela qual ela passeou deixa de merecer o título de “maravilhosa” – ao contrário – apesar de seus inúmeros contrastes e desigualdades. 


Responsável por transportar o fotojornalista e documentarista Franco Hoff e a educadora e também fotógrafa Inês Calixto, Alice, a Kombi home – assim batizada por seus antigos donos em homenagem a heroína infantil – percorreu 60 mil quilômetros em quase três anos: durante esse período 400 municípios, provenientes de 21 Estados brasileiros, foram visitados. 


Nascia então o projeto "Histórias de Alice", com o objetivo de registrar o cotidiano e as memórias de pessoas simples, investigando seu modo de ser e de viver, para, em seguida, promover a inserção cultural de comunidades do interior – incluindo-se aí faxinalenses, quilombolas, indígenas e ribeirinhos, dentre outros – por meio da literatura, cinema e fotografia. Para saber mais detalhes e curiosidades desta viagem, acesse a íntegra da reportagem, no site de Revista Regional ou, se preferir, faça o download do arquivo em pdf.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Paula Fernandes: de promessa à grande estrela


Foto: Guto Costa / Divulgação




A primeira vista, Paula Fernandes pode até parecer frágil. Mas esta é uma impressão que rapidamente cai por terra, assim que ela começa a cantarolar os versos de uma música qualquer. Dona de uma voz marcante, a mineira – que cresceu num sitiozinho, as margens da Serra do Cipó – concordou em atender a este jornalista mais uma vez, exatamente dois anos após a primeira entrevista (publicada na quinta edição de ZUNZUNZUM, em maio de 2010). 

Neste intervalo de tempo relativamente curto, muita coisa mudou: de agradável promessa da música brasileira, foi alçada ao status de uma grande estrela. O reconhecimento – com o qual ela sonhou durante tanto tempo – foi alcançado: agora, não somente sua voz é familiar ao público, mas também a sua imagem. Depois de emplacar vários sucessos em trilhas de novelas, a consagração definitiva veio com o CD e DVD “Paula Fernandes ao Vivo”, lançado no ano passado, que se manteve no topo dos mais vendidos. 

Vivendo o seu auge, Paula prova que, de fato, tem sede de arte: seu novo CD de estúdio – que até o fechamento desta reportagem ainda não havia sido batizado oficialmente – deve chegar às lojas no final de maio. A primeira das quinze faixas que está sendo divulgada nas rádios é “Eu Sem Você”, uma composição de Paula em parceria com Zezé di Camargo, onde alguns trechos –“Tô com vontade de enfrentar o mundo / Ser pra sempre o guia do seu coração / Sou a metade de um amor que vibra / Numa poesia em forma de canção” – parecem traduzir sua própria história. 

Aos fãs da região, há ainda outra boa notícia: a cantora se apresentará em Sorocaba, no dia 1º de junho (sexta). O público então vai poder ver de perto todo o talento da garota que começou a cantar aos oito anos e amadureceu precocemente. Em nome de um sonho, ela conta que pulou etapas: parte da infância e toda a adolescência. Apesar dos momentos difíceis – que, segundo Paula, não foram poucos – hoje é possível afirmar que todo esse esforço valeu a pena. 

Sem medo de lutar por aquilo que deseja, a estrela segue brilhando cada vez mais intensamente e agradece a Deus por tudo o que passou. “Sou exemplo de que tudo é possível. Minha origem é humilde, mas nunca deixei de sonhar. Seguir o caminho mais longo e da honestidade torna tudo mais bonito e dá sentido as conquistas”, relembra a cantora, que diz se sentir privilegiada por ter recebido o dom da composição. 

Para que os leitores possam conhecer ainda mais sobre a trajetória da mineira que conquistou o país e recebeu elogios de fãs famosos – como o Rei Roberto Carlos, com quem fez um dueto no tradicional especial de Natal – Regional optou por mesclar, ao conteúdo inédito, os melhores trechos da entrevista concedida em 2010, publicados pela primeira vez em forma de perguntas e respostas. 

O resultado é uma longa conversa - que você pode ler no site de Regional ou fazer o download do arquivo em pdf - em que Paula aponta a determinação como um fator decisivo para que os seus sonhos se realizassem. Isto, aliás, é uma das poucas coisas que não mudou nos últimos dois anos: a menina continua disposta a encantar milhões de pessoas de pessoas com a sua música. Por tudo o que já demonstrou até aqui, é melhor que ninguém duvide que isso ainda vai acontecer por muito tempo.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Rodrigo Sant'anna em entrevista exclusiva







“A partir desta noite, todos vocês passam a fazer parte da minha história”. Com essas palavras, Rodrigo Sant’anna agradeceu aos aplausos calorosos dos sorocabanos que prestigiaram a apresentação de Comício Gargalhada, em 25 de março. Bem menos “bandido” e “maléfico” do que sua principal personagem – a transexual Valéria, que faz a alegria de milhões de espectadores que acompanham o “Zorra Total” nas noites de sábado – o humorista recebeu a equipe de Revista Regional para um bate-papo exclusivo, antes do espetáculo. 


Tímido, o comediante conta que se surpreendeu com a repercussão: a recepção da plateia de Sorocaba foi apenas uma amostra do carinho que o público nutre por aquela figura estranha, de cabelos vermelhos, maquiagem exagerada e tom debochado. Segundo ele, tudo aconteceu muito rápido: pouco tempo depois da estreia no Zorra, o inconfundível bordão “Ai como eu to bandida” passou a ser usado com frequência por pessoas de todas as idades. Tamanha popularidade alçou Rodrigo a um novo status: repentinamente, começaram a surgir convites para programas de entrevistas e participações na televisão. 

Mesmo com todo esse reconhecimento, o humorista reconhece que vive um processo constante de aprendizagem e faz questão de dividir os méritos com a colega de cena. A amizade com a atriz Thalita Carauta – por quem sente um carinho muito forte, que transparece na tela – é antiga. Muito antes de brilharem na televisão, Valéria e Janete nasceram nos palcos: ambos integravam o elenco da peça “Suburbanos”. 

Subúrbio, aliás, é um ambiente comum para Rodrigo. Criado no Morro dos Macacos, comunidade carente do Rio de Janeiro, ele revela que a diversidade de tipos encontrados no local o inspirou a criar alguns de seus personagens, que poderão ser vistos na região no próximo dia 15 de Abril (domingo), quando o humorista traz o seu “Comício Gargalhada” para a cidade de Indaiatuba. O evento é uma realização da Teatro GT, com patrocínio de Revista Regional (veja mais informações aqui). 

Além de adiantar o que o público pode esperar deste comício, Rodrigo ainda fala, no decorrer da entrevista, sobre dois de seus ídolos no humor: Renato Aragão – com quem conviveu durante quatro anos – e o mestre Chico Anysio, que faleceu em 23 de março. Ao final da conversa, a pedido de nossa equipe, o humorista concordou prontamente em participar de uma rápida brincadeira. Para ler a íntegra da entrevista, faça o download da versão em pdf ou, se preferir, acesse o site da revista, clicando aqui.

BÔNUS: Minha foto com o Rodrigo, depois da entrevista.


quinta-feira, 22 de março de 2012

Cães-Guias: muito além do que os olhos podem ver



Faro Fino faz parte do projeto Cão-Guia do Sesi e foi socializado pela família Macorin, de Indaiatuba


“Ontem, uma amiguinha sua chamada ‘Fortune’ foi impedida de permanecer dentro de um restaurante na cidade de Itu. A Fortune é um cão-guia que está em fase de treinamento e o estabelecimento, que é muito conceituado, não permitiu a sua entrada. Por lei, ela estava amparada, porém fomos discriminados. Você poderia ajudar a divulgar para que isto não aconteça mais?”

O desabafo que você acabou de ler foi escrito por Marcelo Kendi e compartilhado pela jornalista Silvia Czapski em sua página no Facebook, no dia 15 de fevereiro. Indignada com a situação, ela convocou colegas da imprensa – bem como todos os amigos “que lutam por uma Itu melhor” – a se mobilizar para que a cena não se repetisse. Desde então, todos começaram a se questionar sobre como poderiam contribuir para que a população se conscientizasse acerca da relevância do tema.

No tocante aos meios de comunicação, a resposta parece ser simples. Reafirmando seu compromisso de manter os seus leitores sempre bem informados, as equipes da Revista Regional (este jornalista que vos escreve) e do portal www.itu.com.br (via Deborah Dubner e Jéssica Ferrari) se uniram para produzir esta reportagem especial, publicada simultaneamente em ambos os veículos. A proposta é descobrir se os direitos de deficientes visuais – e de voluntários que adotam temporariamente os cães-guias para socializá-los – estão sendo respeitados nas cidades da região. Numa outra frente, buscamos especialistas para orientar como proceder em caso de descumprimento da lei e fomos conhecer histórias de pessoas que batalharam para ter mais independência, transformando-se em exemplos para a sociedade.

É o caso, por exemplo, de Danieli Haloten e Thays Martinez. Elas conquistaram a independência e o sucesso profissional em suas respectivas áreas de atuação e… são usuárias de cães-guias. Além da deficiência visual, nossas duas entrevistadas têm, em comum, histórias marcadas pela superação: ambas contaram com a ajuda de seus companheiros de quatro patas para vencer suas próprias limitações. Mais do que isso, não deixaram que terceiros as limitassem, cerceando o seu direito de se locomover com autonomia.

Para saber mais sobre a importância da etapa de socialização ou conhecer as diretrizes do projeto Cão-Guia, desenvolvido pelo Sesi-SP, acesse o site de Regional e leia a reportagem na íntegra. O download da versão em pdf pode ser feito clicando aqui.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Quando a crueldade chega ao seu limite




Foram pouco mais de três minutos, mas as cenas vistas nesse intervalo de tempo relativamente curto chocaram os brasileiros. Em dezembro, caiu na rede um vídeo no qual uma enfermeira espanca cruel e friamente uma cachorra da raça Yorkshire, que morreu alguns dias depois. As agressões são presenciadas por uma criança, que aparenta ter em torno de três anos.

Milhares de internautas, comovidos com o sofrimento do animal, deram início a várias campanhas nas redes sociais. Os sentimentos eram vários, de indignação à revolta, expressadas por inúmeras postagens no Facebook. Houve quem trocasse a sua foto pela de um cão. No Twitter, por sua vez, o assunto dominou os Trending Topics e permaneceu entre os mais comentados ao longo de vários dias. Usuários mandaram mensagens ao suposto perfil da agressora – que teve os seus dados pessoais, como endereço e documentos, revelados – manifestando o seu repúdio e clamando por justiça.

Objetivamente, foi criada uma petição on line, reivindicando que a enfermeira seja condenada à pena máxima por crime de maus tratos. Até o fechamento dessa reportagem, mais de 380 mil pessoas haviam assinado o documento virtual. “A internet é uma ferramenta importante para a conscientização. Cada vez mais, os usuários tem se mobilizado nas redes sociais. Essa postura acaba por sensibilizar as autoridades a fazer mudanças na lei”, opina a jornalista Silvana Andrade, idealizadora da Agência de Notícias de Direitos Animais (Anda). 

Para ler a íntegra do texto e conhecer um pouco mais do trabalho da organização, que foi a primeira a noticiar o caso, acesse o site de REGIONAL ou, se preferir, faça o download da versão em pdf.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Cesar Cielo: gigante pela própria natureza


Foto: Gianmattia D'Alberto/La Presse


Prezados, tudo bem?


Na edição de janeiro de REVISTA REGIONAL, fiz uma entrevista com o nadador Cesar Cielo, onde ele conta como está sendo a sua preparação para as Olimpíadas de Londres. Com 25 anos recém-completados em 10 de janeiro, ele admite não temer a pressão em função de seus bons resultados: isso porque, assim como muitos outros esportistas que fizeram história, o jovem se cobra muito, pois não gosta de perder, principalmente quando sabe que não fez tudo o que estava ao seu alcance.

Assumidamente autocrítico, o atleta faz questão de frisar ainda que o apoio da torcida também é crucial, pois acaba se convertendo em motivação. Diante de tanto empenho, fica fácil entender o motivo pelo qual, por tantas vezes, ele ocupa o lugar mais alto do pódio. Como sugere a letra do Hino Nacional – que embala a todas as suas vitórias – “Cesão” é um gigante, não apenas pelo apelido, que usa ao final de todas as postagens em seu site, ou pela altura, mas principalmente por levar o nome do Brasil tão longe. Até 2020 – ano em que talvez encerre a carreira – o esportista terá muitas outras oportunidades de mostrar seu talento. Ficou curioso? Leia a íntegra da conversa no site da revista ou, se preferir, faça o download da versão em PDF.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Conversando com Lya Luft


Foto: Divulgação


Também para a edição de dezembro de REVISTA REGIONAL, fiz uma entrevista com Lya Luft. Uma das mais prestigiadas autoras da literatura brasileira contemporânea - estima-se que o seu best-seller “Perdas e Ganhos” (2003) tenha ultrapassado a marca de 1 milhão de exemplares vendidos, em diversos países -, ela fala de sua relação com os leitores, a quem considera seus cúmplices, por poder dividir suas dúvidas, preocupações ou encantamentos. 

Muito ligada à família, Lya acredita que as escolhas podem colaborar com o nosso destino. Embora não tenha a intenção de ser didática, a autora afirma que toda obra de arte é capaz de fazer com que as pessoas reflitam, dando-lhes a possibilidade de corrigir algumas coisas em suas rotas. Leia a íntegra do texto no site da revista ou, se preferir, faça o download da versão em pdf.

Abraços!!!

Especial Profecias 2012


Foto: Microfoto


Boa noite pessoal, tudo bem?

Na edição de dezembro de REVISTA REGIONAL, fiz uma reportagem especial acerca das profecias sobre 2012. Em meio a tantas especulações, a ideia é buscar respostas. O que, de fato, irá acontecer com a humanidade? Mesmo sem o auxílio dos sofisticados recursos tecnológicos, como as civilizações antigas eram capazes de prever acontecimentos relativos a um intervalo de tempo tão longo? Para tentar esclarecer estas e muitas dúvidas, convidamos um grupo de especialistas – religiosos, estudiosos, esotéricos e cientistas – que aceitaram compartilhar conosco o seu conhecimento. 

O nosso objetivo não é induzir o leitor a acreditar nesta ou naquela corrente de pensamento, mas sim fornecer elementos para que cada pessoa faça sua própria reflexão sobre aquilo que nos espera, afinal de contas, já diz uma tradicional canção da MPB: “Como será o amanhã? / Responda quem puder / O que irá me acontecer? / O meu destino será como Deus quiser / Como será?”... Para ter acesso a íntegra do texto, convido-lhes a baixar a versão em pdf, ou então acessar o site da revista.

Estejam a vontade para tecer comentários!!!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Em entrevista à Revista Regional, Iara Bernardi fala dos entraves a aprovação do PLC 122



Foto: Arquivo Pessoal


Um assassinato a cada dois dias. A constatação alarmante faz do Brasil o recordista mundial de crimes contra homossexuais. De fato, os números assustam: em 2009, ocorreram 98 mortes; 11 a mais que no ano anterior. Em relação a 2007, quando foram cometidos 122 homicídios, o aumento é de 62%. O levantamento é feito anualmente pelo Grupo Gay da Bahia (GGB), que há mais de 30 anos coleta dados relativos à prática de homofobia. Segundo o GGB, de 1980 a 2009 foram documentados 3.196 homicídios, média de 110 por ano.

Neste cenário marcado pelo aumento assustador da violência e extrema crueldade, os homossexuais, com o apoio de alguns setores da sociedade, mobilizam-se para fazer valer os seus direitos, para garantir que haja respeito às diferentes formas de amar. Se, por um lado, o Supremo Tribunal Federal reconheceu, no último mês, a união civil homoafetiva – assegurando a estes casais os mesmos direitos dos heterossexuais, em questões relativas à previdência ou plano de saúde, por exemplo – por outro ainda são vários os desafios a serem enfrentados.

Aprovado por unanimidade na Câmara em 2006, o Projeto de Lei nº nº5003/2001, tramita no Senado desde 2007, com um novo número: 122. A proposta é um complemento à chamada Lei das Discriminações e prevê punições para a manifestação de preconceito por gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero. Todavia, há forte resistência à aprovação do projeto, que atualmente tem como relatora a senadora Marta Suplicy (PT-SP).

Para falar dos entraves e esclarecer aspectos importantes da Lei, Revista Regional convidou a professora e ex-deputada federal por três mandatos Iara Bernardi, autora do Projeto de Lei Complementar nº5003/2001 que criminaliza a homofobia em âmbito nacional. Nessa entrevista, Iara, que mora em Sorocaba, defende veementemente a igualdade de direitos e lembra que, apesar de ser um Estado laico, o Congresso tem sido influenciado pelas manifestações – que ela classifica como retrógradas – da bancada religiosa.

A ex-parlamentar acredita que o exercício da tolerância e amor ao próximo devem ser incentivados para que haja, de fato, a igualdade de direitos. Segundo ela, é preciso promover a cultura de paz, baseada no respeito a todos os seres humanos com as suas diferenças e diversidades. Sob essa perspectiva, é fundamental que a aceitação comece pela família e também pelas crianças. Para ler a íntegra da entrevista, clique AQUI ou se preferir, faça download da versão em pdf no menu a esquerda.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Dois em um: reportagens destacam Bullying e Big Brother


Queridos amigos, parceiros e colegas,


Como estão? Tudo bem?


Depois de algum tempo, sem escrever neste espaço venho compartilhar com vocês minhas duas reportagens mais recentes, publicadas neste mês de março. Para a Revista Regional, fiz um texto sobre Bullying, fenômeno que engloba manifestações de violência física e psicológica, comuns no ambiente escolar. Como poderão constatar, as agressões deixam marcas, mas é possível superá-las e dar a volta por cima. Dentre as minhas entrevistadas, está a psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva, autora de "Bullying: mentes perigosas nas escolas", cuja capa está reproduzida acima. Na versão on line, que você pode ler clicando AQUI, ela descreve os indícios de que a criança pode estar sendo vítima ou então cometendo Bullying. Fiquem atentos!



Já na Revista ZZZ (aliás, vocês já conhecem o novo site?), vale a pena "dar uma espiadinha" na reportagem que analisa os altos e baixos do Big Brother Brasil. O programa apresentado por Pedro Bial (foto) se consolidou como o mais bem sucedido reality show brasileiro, alcançando sucessivos recordes mundiais. Mas, em contrapartida, está longe de ser uma unanimidade: sofre rejeição de parte do público e é criticado por profissionais de televisão. Confesso-lhes que, eu, particularmente, não gosto! Para ler a íntegra do texto, clique AQUI. 


PS: Se preferirem fazer o download das versões em PDF, basta clicar nos respectivos menus, à esquerda deste blog.


Despeço-me deixando um grande abraço a todos!



terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Revista Regional traz uma entrevista exclusiva com Monja Coen


Foto: Divulgação








Olá amigos,


Neste primeiro post de 2011, gostaria de destacar a entrevista que fiz com Coen Sensei. Ordenada monja em 1983, ela é a fundadora da Comunidade Zen Budista no Brasil. A missionária, que hoje participa de encontros educacionais, inter religiosos e promove a Caminhada Zen, em parques públicos – com o objetivo de divulgação do princípio da não violência e a criação de culturas de paz, justiça, cura da Terra e de todos os seres vivos – em nada lembra a mulher que um dia já foi presa na Suécia e tentou o suicídio. 

É verdade que o período conturbado, regado por excessos, pode soar um tanto destoante da trajetória da missionária. Mas, por outro lado, demonstra que ela foi capaz de percorrer caminhos muitas vezes inexplorados, provando que os seres humanos podem realizar profundas transformações em suas vidas: para que isto aconteça, segundo Monja Coen, é necessário esforço contínuo. Simultaneamente, é preciso confiança e entrega às práticas de se aprofundar no conhecimento da nossa essência verdadeira. 

Numa entrevista exclusiva, publicada na edição de janeiro de Revista Regional, Monja Coen fala de felicidade e critica a obsessão das pessoas em serem perfeitas – comportamento muito comum nos dias de hoje, que, de acordo com a religiosa, “sofre e faz sofrer” – e incentiva a busca pela excelência. Ao mesmo tempo, propaga o respeito à vida em suas inúmeras formas e cita exemplos de manifestações do amor incondicional em nosso cotidiano. Para ter acesso a íntegra da conversa, clique AQUI.

Em breve, mais novidades por aqui. Aguardem!

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Nossos fiéis cãopanheiros...




Grandes, pequenos, dóceis, temperamentais, obedientes, trapalhões, com pedigree, vira-latas, sociáveis ou possessivos. São vários os adjetivos utilizados para descrever os cães e, embora alguns deles denotem comportamentos que precisam ser melhorados, uma característica do animal costuma se sobressair perante todas as demais: o amor incondicional aos seres humanos. Não se trata apenas de subserviência ao seu “dono” – aliás, analisar essa relação apenas sob esse prisma, além de simplista, parece ser um grande equívoco – mas de uma fidelidade extrema, que só pode ser traduzida por aqueles que já vivenciaram essa situação.
É nisso que acreditam todas as pessoas ouvidas com quem eu conversei para escrever a reportagem especial publicada na edição de setembro de REVISTA REGIONAL. Desse grupo, fazem parte a terapeuta floral de animais – cujo trabalho consiste em harmonizar as emoções e o comportamento dos bichos, por meio da administração de essências – radialista e apresentadora do programa “Animania”, Ana Koury, e a jornalista Fabiana Yoko, que são verdadeiramente apaixonadas por cães.
Mas os benefícios da presença de um animal de estimação em casa não se restringem às alegrias que o pet proporciona a toda família. Esta convivência também pode ser decisiva para a prevenção e tratamento de inúmeras doenças, independente da idade. O contato com o cão melhora a imunidade em crianças e adultos, reduz dos níveis de estresse e a incidência de doenças comuns, como dor de cabeça ou resfriado.
Partindo desse referencial, fica mais fácil compreender os objetivos da chamada “cãoterapia”, praticada no Brasil há cerca de uma década. Na capital, uma das iniciativas mais bem sucedidas nessa direção é o projeto “Joe, o Amicão e Cãopanheiros” – idealizado pelas irmãs Ângela Borges e Luci Lafusa – que atualmente é parceiro de nove instituições (entre elas o Grupo de Apoio ao Adolescente e Criança com Câncer (GRAACC) e o Hospital São Paulo) e tem como grande estrela um golden retriever “muito lindo”, chamado Joe Spencer W. Gold (FOTO)
Também merece ser citada a atuação do Instituto para Atividade, Terapia e Educação Assistida por Animais de Campinas (ATEAC). A ideia nasceu depois que a bióloga Sílvia Ribeiro Jansen percebeu que a autoestima e a capacidade de socialização do filho Daniel – portador da Síndrome de Asperger (espécie de autismo que não afeta o desenvolvimento intelectual) – melhoraram após a chegada do filhote de labrador, Luana. Atualmente, 54 cães de diferentes raças integram o projeto.
Por fim, destacamos a cumplicidade da atriz e jornalista Danieli Haloten – que perdeu totalmente a visão aos 20 anos e ficou conhecida do grande público participou da novela “Caras & Bocas” – com o seu cão-guia, Higgans. A relação dos dois está baseada numa troca de carinho e cuidado e, mesmo sendo de espécies diferentes, eles se entendem muito bem.


Nesse post, resumi os principais ganchos da reportagem. Para ler a íntegra do texto, clique AQUI.

Mais

Terapia de Animais 
Ana Koury

Projeto “Joe, o Amicão e Cãopanheiros”
Ângela Borges (11) 9674-0429
Luci Lafusa (11) 9517-6159

Instituto para Atividade, Terapia e Educação Assistida por Animais de Campinas (ATEAC)

Danieli Haloten

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Caco Barcellos é destaque na Revista Regional de Julho


Olá amigos,


Depois de algum tempo sem postar - em função da falta de tempo - volto a escrever neste espaço para contar-lhes que na edição de julho de REVISTA REGIONAL foi publicada uma matéria muito bacana com a cobertura da palestra do jornalista Caco Barcellos, realizada em maio em Sorocaba. Aos 60 anos, o jornalista, idealizador do Profissão Repórter, analisou o sucesso do programa e ainda relembrou os desafios enfrentados na época de sua implantação, além de "avaliar" o jornalismo investigativo praticado atualmente no Brasil!

Vale a pena conferir! Para isso, basta clicar AQUI.


sexta-feira, 12 de março de 2010

Revista Regional faz 7 anos de olho nos avanços da tecnologia







Arte: Murilo Gagliardi


Na ficção, o futuro dos seres humanos e a sua interação com a tecnologia já foram retratados de diversas maneiras. Dos carros voadores que transportavam os personagens do desenho “Os Jetsons”, ao teletransporte, utilizado pelos tripulantes das naves estelares de “Jornada nas Estrelas”; passando pelos robôs autômatos de “Eu, Robô”, sem esquecer-se de mencionar a realidade virtual e a inteligência artificial presentes na trilogia “Matrix”, até chegar aos humanóides de “Avatar”. 


 

É verdade que parte das situações apresentadas ainda não é realidade, mas, por outro lado, a tecnologia está cada vez mais presente em nossas atividades do dia a dia, não raras vezes de forma quase imperceptível; embutida em inúmeros produtos e serviços utilizados por bilhões de pessoas ao redor do planeta e também nos objetos que carregamos em nossos próprios bolsos, tais como o celular, os cartões de crédito e até o nosso próprio dinheiro: apresentada em fevereiro pelo Banco Central, a segunda família de cédulas do Real entrará em circulação gradativamente até 2012.




As novas cédulas atenderão a uma demanda dos deficientes visuais – que, até então, enfrentavam dificuldade em reconhecer os valores das notas – e terão tamanhos diferenciados e marcas táteis em relevo aprimoradas em relação às atuais, para facilitar sua identificação. Dotadas de recursos gráficos mais sofisticados, as notas ganharão um novo design e ficarão mais protegidas. Ainda nesse semestre, serão lançadas as de maior valor, de R$ 50 e R$ 100, que demandam mais segurança contra falsificações.

Nota-se, portanto, que este é um caminho irreversível e, embora o acesso a algumas das várias inovações tenha um custo relativamente alto – o que dificulta a popularização – vem se intensificando as iniciativas em prol da chamada inclusão digital.

Em seu sétimo aniversário,
Revista Regional analisa o impacto da tecnologia na vida das pessoas e antecipa os produtos e serviços que serão a bola da vez nos próximos anos, destacando, especialmente, a tecnologia assistiva.

O conceito de tecnologia assistiva, embora recente, é utilizado para designar todo o arsenal de recursos que contribuem para amenizar as limitações e melhorar a qualidade de vida do portador de deficiência – e também de idosos – ampliando sua acessibilidade e capacidade de comunicação, mobilidade e aprendizagem. Com isso, busca-se um comportamento autônomo e independente.
 
Nessa grande reportagem especial - cuja íntegra pode ser acessada via Rapidshare ou Scribd - também falamos do mercado de automação residencial, além é claro da internet. Por fim, algumas perguntas ficam no ar: "Será que as pessoas estão se tornando reféns da tecnologia?", "até aonde iremos chegar?". Em meio a tantos questionamentos, só há uma certeza: o futuro já começou!

PS: A edição está mais do que especial e traz muitas outras surpresas. Recomendo!


PS 2: ATUALIZAÇÃO -  Um dos meus entrevistados, Murilo Gagliardi, publicou, em sua coluna "Tecnologia em Cena", no portal Itu.com.br, a íntegra das perguntas e respostas que deram origem ao texto final. É só clicar aqui.
 

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

10 ideias para ser FELIZ em 2010





Início de ano é tempo de reflexão. Uma época em que as pessoas tendem a repensar suas atitudes e comportamentos, simultaneamente à renovação de suas esperanças em um futuro melhor e a crença na realização de seus desejos. Não importa se a meta é simples ou complexa, ousada ou modesta, a sensação de conseguir aquilo que se almeja normalmente vem acompanhada de outro sentimento: a felicidade.

Em muitos casos, ela está mais perto do que se imagina: pequenas atitudes são capazes de provocar grandes transformações. Nesta primeira edição de 2010, Regional conversou com dez pessoas que aceitaram compartilhar conosco ideias simples, mas que fazem a diferença e podem ajudá-lo nessa busca. Afinal, já dizia Fernando Pessoa: “não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário”...


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Transcrevo acima o início do texto "Procura-se a felicidade", publicado na Revista Regional de janeiro, que está circulando desde a semana passada. Para ler a íntegra da matéria, acesse o site da publicação, ou, se preferir, baixe a versão em pdf ( via Rapidshare, basta clicar em FREE USER quando a tela se abrir).

Então é isso!!!

Abraços, 


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